DICAS

Bateria no frio

Bateria no frio

Não é só o isolamento térmico que importa com o carro no frio. Você pode estar quentinho, mas os componentes do seu carro podem sofrer. Por exemplo, o tempo frio exige mais da bateria do carro. Baixas temperaturas reduzem a velocidade de reação dos componentes químicos da bateria reduzindo, por exemplo, sua potência em relação a dias mais quentes. A dica para esses casos é manter em dia a manutenção preventiva do sistema de partida de seu veículo. A verificação de gasolina no reservatório de partida, em carros flex, aumenta a vida útil da bateria, e previne panes no motor do carro. Você pode perceber a situação da bateria quando der a partida no carro, isso pode te ajudar a verificar a situação em seu carro. Vale também ficar de olho em sua carga de bateria. Se o motor rodar com lentidão no momento em que gira a chave de partida, é um indício de baixa carga na bateria (ou seja, fique de olhos e ouvidos atentos em relação ao motor). É recomendado procurar saber se ainda há possibilidade de uma recarga, ou se será necessária a troca total do equipamento. Se mesmo assim você ficar sem bateria em seu veículo, é indicado fazer uma chupeta no carro....

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Depósito do para-brisas

Depósito do para-brisas

Encha o depósito do para-brisas com líquido de lavagem. Ao encher o depósito do para-brisas, deve utilizar apenas líquido de lavagem para ficar com o para-brisas a brilhar. Ao colocar água no depósito de água do para-brisas, a mesma pode congelar durante o inverno e isso não é aconselhável....

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Pneus no esquema

Pneus no esquema

Deve-se garantir que os pneus estejam em boas condições de utilização. Para tanto, evite que o desgaste ultrapasse a medida de 3 milímetros de profundidade nos sulcos. A legislação indica que 1,6 milímetro é a profundidade mínima, mas esse é o ideal apenas para terrenos secos. Em caso de chuva, sulcos bem definidos oferecem mais estabilidade....

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Substitua as velas

Substitua as velas

Responsáveis pelo bom funcionamento do motor, as velas devem ser substituídas de acordo com as recomendações do fabricante do seu automóvel. Nunca espere que elas demonstrem mau funcionamento, pois, mesmo que estejam quebradas, tudo pode parecer normal e as perdas surgirão com o passar do tempo. Siga as recomendações e substitua as velas sempre que for recomendado. A manutenção de carros usados é muito importante para que você dirija em segurança e, ao mesmo tempo, consiga prolongar a vida útil do seu automóvel, economizar dinheiro e ter o seu veículo funcionando em perfeitas condições. ...

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Como Evitar Manchas Na Lataria

Como Evitar Manchas Na Lataria

Sempre que possível, estacione o veículo em local coberto. Se não encontrar, ou o preço da garagem estiver salgado, busque a sombra de uma árvore. Mas não esqueça de solicitar uma lavagem ecológica para limpar os resíduos que caírem sobre o teto do carro. E de manter a carroceria sempre encerada para que a camada protetora não danifique a pintura, causando manchas e áreas desbotadas....

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Dicas de limpeza e manutenção

Dicas de limpeza e manutenção

Mais do que uma medida estética, a limpeza de seu carro está ligada à boa manutenção. Siga as dicas: 1-Fezes de pássaros, chuva ácida e até poeira podem causar marcas na pintura que não saem mais. Daí a importância de manter o carro sempre limpo por fora. Quando essas coisas acontecerem, mande limpar imediatamente. 2-A lavagem deve ser com sabão neutro e, no máximo, cera. Fuja de quem oferece outros tratamentos mirabolantes. 3-Mantenha as rodas sempre limpas. Cachorros são atraídos por elas para fazer xixi, o que chama outros cães e, aos poucos, a acidez pode deteriorá-las. Mantenha os bichos longe do carro. 4-Em regiões com muitos lagos, é comum que o veículo seja afetado por libélulas. Isso mesmo. Especialistas dizem que elas confundem o carro com a água e depositam nele seus ovos, que acabam prejudicando a pintura. 5-Quem mora no litoral deve ter cuidado redobrado com o automóvel, pois a maresia faz com que o carro se deteriore mais rapidamente. O segredo é mantê-lo sempre limpo. 6-Desligue o ar-condicionado três minutos antes de chegar ao destino. Isso faz com que a umidade no sistema seja retirada, evitando a proliferação de fungos e bactérias. 7-Faça sempre uma limpeza por dentro do carro. Restos de alimentos, por exemplo, podem atrair insetos e outros bichos indesejáveis....

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Revise a correia dentada

Revise a correia dentada

A correia dentada liga o eixo comando das válvulas ao virabrequim do motor. Ela é responsável por sincronizar essas duas partes do motor do veículo e assim garantir que as válvulas de admissão e de escapamento possam abrir e fechar nos momentos exatos em que são acionadas. A correia dentada deve ser revisada a cada 6 meses, ou a cada 10 mil quilômetros rodados. Quando essa correia quebra durante o funcionamento do motor, ela pode causar prejuízos nos demais componentes, como o cabeçote, as válvulas e os pistões....

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Não aqueça o motor ao sair

Não aqueça o motor ao sair

Ao sair pela manhã ou quando o carro estiver frio, não precisa gastar alguns minutos em marcha lenta. Prefira essa rotina: entre no carro e ligue o motor, coloque o cinto e verifique os ajustes do assento e espelhos. Pronto – esses 30 segundos bastam e seu carro está pronto para começar a rodar. Mas ainda estará frio. Rode com suavidade até que o motor atinja a temperatura ideal de funcionamento....

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O Tanque precisa ser limpo?

O Tanque precisa ser limpo?

Abastecer com gasolina duvidosa pode obrigar a lavagem do tanque Em carros fabricados antes do ano 2000, a lavagem era recomendada Atualmente, caso o combustível usado seja de boa qualidade, não há necessidade de executar a limpeza do tanque Caso você utilize combustível de procedência duvidosa e note alguns problemas do carro, procure ajuda profissional para lavar o tanque A sujeira depositada no tanque pode ir junto com o combustível para o motor e afetar outros componentes Antigamente, em carros produzidos antes dos anos 2000, essa prática era indicada pelos mecânicos do mercado e até por alguns fabricantes. Recomendava-se a lavagem periodicamente para evitar que a sujeira acumulada danificasse peças como o filtro e a bomba de combustível. Nos carros atuais, porém, este procedimento já não faz mais parte das dicas de manutenção. Atualmente, caso o combustível usado seja de boa qualidade, não há necessidade de executar a limpeza do tanque. Nos carros mais antigos, algumas partes do tanque de metal podiam se desprender dentro do recipiente devido à oxidação e causar entupimento do filtro de combustível. Isso não acontece mais por conta dos novos materiais usados na produção do recipiente. Caso você utilize combustível de procedência duvidosa e note alguns problemas do carro, como marcha lenta irregular ou engasgadas do motor durante uma aceleração, a bomba ou o filtro de combustível podem ter sidos afetados pela sujeira contida nesse combustível. Nesses casos, é preciso lavar o taque. Recomenda-se procurar ajuda profissional, já que a remoção da peça é obrigatória e não tão fácil de ser feita. Fique atento ao filtro A troca do filtro de combustível é a medida mais importante para evitar uma série de problemas causados por combustível batizado. Ele é o guardião do sistema de injeção eletrônica, filtrando as impurezas e levando combustível limpo à câmara de combustão. Seu prazo é estabelecido pelas montadoras, em média a cada 10 mil quilômetros....

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10 recomendações seu carro

10 recomendações seu carro

Basta a pessoa comprar um carro para ouvir uma avalanche de informações desencontradas. Entre mitos, verdades e delírios algumas dicas podem ser importantes para conservação do seu automóvel e para evitar gastos desnecessários. Se você é motorista de primeira viagem e não entende nada sobre veículos, veja 10 recomendações simples que são fundamentais para os primeiros dias frente ao volante. Água do radiador pode baixar, mas tem limite; entenda Cinco indícios revelam problemas nas pastilhas de freio Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia que era carro de garagem e que foi todo revisado. Mistura combustível - Carros flex podem usar qualquer mistura de combustível. Ponto. Todo o resto que você escutar é mito. Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai viciar, como dizem. Óleo do motor - A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Água - Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. Kit obrigatório e extintor - Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia que era carro de garagem e que foi todo revisado. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia que era carro de garagem e que foi todo revisado. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia “que era carro de garagem e que foi todo revisado”. Óleos, fluido de freio e correias é recomendado trocar porque você não sabe quando foi feita a manutenção anterior. Procure uma mecânica de sua confiança. Se você comprou um carro novo, fique atento às datas das revisões obrigatórias indicadas pela montadora. Mistura combustível - Carros flex podem usar qualquer mistura de combustível. Ponto. Todo o resto que você escutar é mito. Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai “viciar”, como dizem. Também pode misturar os dois nos percentuais que desejar. Com relação a qual combustível é mais vantajoso, é preciso fazer os cálculos. O álcool gasta mais e por isso só vale a pena se o preço está até 70% do valor da gasolina. Óleo do motor - A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Respeitado isso, você ou o frentista podem olhar o nível, que deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Se estiver a baixo (é normal baixar um pouco), complete com o mesmo lubrificante recomendado pela montadora. E siga à risca os prazos de troca, que geralmente fica entre 10 mil e 15 mil quilômetros. Água - Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. O liquido do arrefecimento (água e aditivo) também deve ser verificado com o motor frio. Se estiver pouco abaixo do nível, basta completar. Se seguir baixando, deve haver algum vazamento e é preciso procurar um mecânico. Kit obrigatório e extintor - Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Caso não estejam lá, trate de comprar. Sem eles, você será multado. O extintor também precisa estar no lugar. Olhe a data de validade. Mesmo sem nunca ser usado, ele tem que estar no prazo. E também não deve estar enrolado naquele plástico. Garantia - Caso tenha tirado um carro novinho da concessionária, trate de estudar o manual do proprietário. Pode parecer chato, mas é extremamente importante. Ali estarão informações sobre a garantia. Não fazer as revisões e usar algumas peças não-recomendadas são situações que provocam a perda de garantia. Colocar som e alarme fora da concessionária, por exemplo, faz você perder a garantia do sistema elétrico. Comum, Premium ou aditivada? - Essa é uma dúvida até dos motoristas experientes. Vamos lá. A comum é autoexplicativa, não tem componentes diferenciados. A aditivada é composta por uma série de detergentes especiais que tem como função evitar o acúmulo de sujeira no sistema de injeção. Já a Premium tem também os detergentes, mas trazem mais octanas, que são aproveitadas em motores com maior taxa de compressão, especialmente em motores mais potentes, 1.8 ou 2.0. Se você tem um carro popular, a Premium pouco terá efeito Ar-condicionado - Primeiro: seu carro gasta mais combustível com o ar ligado, sim, em média 20% a mais. Segundo: você precisa ligar o ar mesmo no inverno, pelo menos uma vez por semana, para conservar o sistema. Terceiro: o botão da recirculação (aquele com uma seta que indica que o ar circulará somente na parte interna) não precisa estar sempre pressionado. Se você não estiver em áreas de engarrafamento ou empoeiradas, é bom às vezes deixar o ar entrar de fora. Quarto: o gás do ar não gasta. Só precisa ser trocado ou reposto se tiver problema no sistema. Pode usar à vontade que ele não gasta. Direção hidráulica - Não é conversa de frentista, também é preciso conferir o óleo da direção hidráulica. O óleo não baixa caso esteja tudo correto no sistema. Se estiver abaixo do nível, é preciso completar e buscar uma empresa para checar o que está acontecendo. Som e rodas - Antes de correr para uma loja de acessórios para colocar som e rodas novas, duas dicas são fundamentais. No caso das rodas, se pretende mudar o tamanho do aro é preciso consultar se a montadora permite. Alguns veículos são projetados para um tamanho de aro, outros não. Rodas fora da recomendação trarão problemas na suspensão e na estabilidade. No caso do som, é preciso ver se a bateria suporta os novos equipamentos para não correr o risco de empurrar seu novo patrimônio....

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7 dicas para o óleo do carro

7 dicas para o óleo do carro

Saiba sete dicas para não errar com o óleo do carro Para quem vai pegar a estrada nas festas de fim de ano, uma das prioridades na revisão do carro é o óleo. Componente fundamental para o bom funcionamento do motor, o lubrificante, porém, é cercado de mitos e dúvidas. Veja, abaixo, sete dicas para não errar na hora de conferir, comprar ou trocar o óleo. 1 - Troca Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante. Essa informação está bem clara no manual do proprietário. Se você ainda não sabe, consulte o manual. Além do prazo, lá consta o tipo de óleo e quantos litros devem ser usados. Quase todas as montadoras recomendam antecipar a troca de óleo em carros com “uso severo”. Isso vale, principalmente, para veículos que andam muito em engarrafamentos. 2 - Completar o nível Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chegar a hora da troca do óleo, deve-se completar o nível. Não há nada de errado nisso. As montadoras consideram normal baixar de meio litro a um litro de óleo a cada 1 mil quilômetros rodados, dependendo do modelo. 3 - Local O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina. A medição do nível deve ser feita em um local plano e com o motor frio, preferencialmente após 10 minutos do carro parado. Se o nível estiver entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de completar. 4 - Temperatura do motor Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente. Assim, o óleo ficará mais fluido e fino. 5 - Filtro Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo. Isso irá garantir que seu motor não fique impregnado por impurezas. 6 - Óleo preto Esqueça aquela história de que óleo preto significa que está velho. Pelo contrário, se está preto é porque está lubrificando corretamente. O que vale são os prazos de troca que constam no manual do proprietário. 7 - Óleo velho Sim, óleo fica velho. Caso o motorista rode pouco e não alcance a quilometragem estipulada para a troca, precisa substituir o lubrificante após seis meses. Depois desse prazo, o óleo velho pode prejudicar a bomba de óleo, que é a responsável por manter em dia a lubrificação do motor do carro....

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Após alagamentos limpe o carro

Após alagamentos limpe o carro

Limpe o carro após passar em alagamento corretamente Com a chegada do verão e das fortes chuvas que atingem as grandes cidades brasileiras, os alagamentos são comuns e causam muitos prejuízos aos motoristas. Cenas de carros submersos, atravessando bolsões d’água não são raras. Após transitar ou ter o carro invadido pela água, é preciso fazer uma limpeza geral no veículo. As chuvas fortes, comuns nessa época do ano, causam alagamentos Após transitar ou ter o carro invadido pela água, é preciso fazer uma limpeza geral no veículo Os alagamentos podem trazer muitos prejuízos para o motorista Remova o carpete e efetue uma limpeza com produtos de combate a bactérias, mofo e germes Remova todo o feltro antirruído do veiculo e jogue fora. Após molhar, o feltro perde parte de sua capacidade e se torna inútil Diante disso, elaboramos um passo a passo com Marcos Canedo, proprietário da Carwash Service, empresa especializada em lavagem automotiva, para auxiliar a limpeza do veículo, caso não seja possível ir até um especialista. Tomando estas medidas, evita-se que a ferrugem tome conta do assoalho e dificulte a identificação do número do chassis durante uma vistoria, por exemplo. 1- Desmonte toda a parte interna, inclusive os bancos 2- Remova o carpete e efetue uma limpeza com produtos de combate a bactérias, mofo e germes 3- Remova todo o feltro antirruído do veiculo e jogue fora. Após molhar o feltro perde parte de sua capacidade e se torna inútil 4- Após a retirada dos carpetes e feltros, lave todo o assoalho com shampoo biodegradável 5- Seque todo o assoalho 6- Cubra-o novamente com um novo feltro antirruído, que é encontrado facilmente em lojas especializadas em produtos automotivos 7- Monte todo o interior do veículo, ficando atento ao fixação correta das peças...

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A conservação e troca do óleo

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Conheça como fazer a conservação e troca do óleo Troca - Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante Completar o nível - Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão Local - O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina Temperatura do motor - Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente Filtro - Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo ...

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Da água à revisão

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Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai viciar, como dizem. Óleo do motor - A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Água - Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. Kit obrigatório e extintor - Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia que era carro de garagem e que foi todo revisado. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia que era carro de garagem e que foi todo revisado. Revisão - Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia “que era carro de garagem e que foi todo revisado”. Óleos, fluido de freio e correias é recomendado trocar porque você não sabe quando foi feita a manutenção anterior. Procure uma mecânica de sua confiança. Se você comprou um carro novo, fique atento às datas das revisões obrigatórias indicadas pela montadora. Mistura combustível - Carros flex podem usar qualquer mistura de combustível. Ponto. Todo o resto que você escutar é mito. Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai “viciar”, como dizem. Também pode misturar os dois nos percentuais que desejar. Com relação a qual combustível é mais vantajoso, é preciso fazer os cálculos. O álcool gasta mais e por isso só vale a pena se o preço está até 70% do valor da gasolina. Óleo do motor - A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Respeitado isso, você ou o frentista podem olhar o nível, que deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Se estiver a baixo (é normal baixar um pouco), complete com o mesmo lubrificante recomendado pela montadora. E siga à risca os prazos de troca, que geralmente fica entre 10 mil e 15 mil quilômetros. Água - Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. O liquido do arrefecimento (água e aditivo) também deve ser verificado com o motor frio. Se estiver pouco abaixo do nível, basta completar. Se seguir baixando, deve haver algum vazamento e é preciso procurar um mecânico. Kit obrigatório e extintor - Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Caso não estejam lá, trate de comprar. Sem eles, você será multado. O extintor também precisa estar no lugar. Olhe a data de validade. Mesmo sem nunca ser usado, ele tem que estar no prazo. E também não deve estar enrolado naquele plástico. Garantia - Caso tenha tirado um carro novinho da concessionária, trate de estudar o manual do proprietário. Pode parecer chato, mas é extremamente importante. Ali estarão informações sobre a garantia. Não fazer as revisões e usar algumas peças não-recomendadas são situações que provocam a perda de garantia. Colocar som e alarme fora da concessionária, por exemplo, faz você perder a garantia do sistema elétrico. Comum, Premium ou aditivada? - Essa é uma dúvida até dos motoristas experientes. Vamos lá. A comum é autoexplicativa, não tem componentes diferenciados. A aditivada é composta por uma série de detergentes especiais que tem como função evitar o acúmulo de sujeira no sistema de injeção. Já a Premium tem também os detergentes, mas trazem mais octanas, que são aproveitadas em motores com maior taxa de compressão, especialmente em motores mais potentes, 1.8 ou 2.0. 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Carros com injeção

Carros com injeção

Carros com injeção direta de combustível poluem mais Solução cada vez mais usada pelas montadoras para diminuir o tamanho do motor, sem perder potência, o turbo e a injeção direta de combustível a princípio serviria para diminuir a emissão de poluentes, mas essa medida não tem dado os resultados esperados. De acordo com estudos realizados pela TÜV Nord, empresa alemã, esses motores emitem mil vezes mais partículas cancerígenas do que os motores convencionais movidos a diesel. Injeção direta e o turbo são as soluções encontradas pelas montadoras para diminuir o tamanho dos motores, sem perder potência A injeção direta funciona com um injetor dentro da câmara de combustão, sem a necessidade de que o combustível entre pela válvula de admissão A intenção era diminuir a poluição, mas aparentemente não deu certo O turbo auxilia a queima, aumentando a quantidade de ar para a combustão Motores equipados com injeção direta e turbo emitem mil vezes mais partículas cancerígenas do que os motores convencionais movidos a diesel, que são os mais poluentes produzidos Dados do estudo apontam que por funcionar com mais pressão nos cilindros, mais partículas são geradas e, por consequência, são lançadas ao ar. Os motores movidos a gasolina são isentos de filtros de partículas, o que não acontece com os motores a diesel, por exemplo. Tal medida será facilmente solucionada com a obrigatoriedade de filtro de partículas para carros a gasolina, sem haver qualquer interferência no desempenho. A injeção direta funciona com um injetor dentro da câmara de combustão, sem a necessidade de que o combustível entre pela válvula de admissão, como acontece nos motores comuns. Isso aumenta a pressão da explosão e gera mais energia, proporcionando mais potência para o carro. Os resultados da pesquisa podem levar a União Europeia a investigar o assunto e tomar as medidas cabíveis. A poluição de ar é responsável por 406 mil mortes por ano na região. O Brasil também pode adotar essas medidas, pois diversos carros produzidos na Europa e comercializados aqui usam deste artifício para obter mais potência. Os carros com injeção direta estão no mercado brasileiro desde 2006....

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Dicas para o ar condicionado

Dicas para o ar condicionado

Veja dicas para o ar condicionado não quebrar no verão Na maior parte dos estados brasileiros o ar condicionado é usado o ano todo, mas às vezes a manutenção não é realizada corretamente. Juntando esses dois fatores, as chances de quebra e de passar calor são grandes justamente no verão, quando os motoristas mais precisam. O gás do ar não vicia nem fica velho, como você deve ter escutado por aí Mesmo em épocas mais frias, é recomendado ligar o ar condicionado do carro pelo menos uma vez por semana Em caso de vazamento de óleo ou gás, você notará perda de eficiência do ar Com função de filtrar o ar que vem da rua para dentro dos carros e retirar odores, o filtro de cabine não tem prazo de troca por quilometragem - Não se preocupe com o pinga-pinga embaixo dos carros com ar condicionado 1 - O gás do ar não vicia nem fica velho, como você deve ter escutado por aí. Se tudo estiver correto, pode durar toda a vida útil do carro. Ele só precisará ser completado em caso de vazamento no sistema. 2- Mesmo em épocas mais frias, é recomendado ligar o ar condicionado do carro pelo menos uma vez por semana para circular o gás e o óleo. Faça isso por 10 minutos para garantir a lubrificação do sistema e evitar ressecamento das peças. 3 - Em caso de vazamento de óleo ou gás, você notará perda de eficiência do ar. Se você teve algum imprevisto recentemente como alguma batida de leve, encaminhe o carro a uma loja especializada para apurar o problema. 4 - Com função de filtrar o ar que vem da rua para dentro dos carros e retirar odores, o filtro de cabine não tem prazo de troca por quilometragem. Vai depender de como o motorista usa o carro. Se anda mais em engarrafamentos, por exemplo, o filtro terá duração menor. Por isso, é fundamental a checagem periódica, pelo menos a cada 20 mil quilômetros. 5 - Não se preocupe com o pinga-pinga embaixo dos carros com ar condicionado. Isso deve-se ao fato do sistema ter um respiro que expulsa para fora do veículo a umidade da troca térmica interna e tem a mesma função daquela mangueira do ar da sua casa. Isso só passa a ser preocupação se pingar no tapete do carro....

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Pneu e sua segurança

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O pneu é um item de fundamental importância na segurança veicular. Ele não só confere maior estabilidade, desempenho e poder de frenagem, mas também contribui diretamente para o conforto e a economia de combustível. Sendo assim, o pneu é um item que merece sempre toda nossa atenção. Por isso, é fundamental a escolha do modelo específrico para seu veículo e proposta de uso. Além disso, deve-se ter em mente que, apesar do pneu ser desenvolvido para variadas situações, a condução deve variar de acordo com as condições de piso e clima. No caso de piso molhado, a pista fica escorregadia por causa de poeira e óleo depositados, aumentando em até três vezes a distância de frenagem. A visibilidade também fica prejudicada pela elevação de partículas de água, suspensas no ar por causa da capacidade dos pneus de retirar água do solo através de ranhuras na banda de rodagem, antes que o pneu entre em contato com o piso. Por isso, também é fundamental verificar a profundidade dos sulcos no pneu. Esses canais em geral possuem um limitador proeminente, que caso esteja nivelado com a banda de rodagem, indica que o pneu precisa ser substituído. Em caso de areia, a recomendação é esvaziar um pouco os pneus para garantir melhor aderência e dirigibilidade, além de ser necessária redução na velocidade e na pressão em caso de situações mais difíceis, lembrando-se de recalibrar os pneus seguindo orientação do fabricante. Com lama, o melhor é utilizar pneus específicos, dotados de grandes blocos na banda de rodagem. No entanto, caso não haja essa possibilidade, o ideal é reduzir a pressão tanto para aumentar a aderência quanto para a “autolimpeza”. Evite acelerar em excesso, pois o esforço adicional provoca perda de aderência. Já em áreas alagadas, recomenda-se rodar em velocidade baixa e constante, evitando a formação de ondas ou spray e mantendo-se a pressão dos pneus inalterada. Por fim, a orientação é a calibração com valores indicados pelo fabricante em intervalos de 15 dias e com os pneus frios, conferindo também a pressão do estepe. Condição das estradas Apesar de todo o cuidado com os pneus, é necessário também levarmos em consideração o estado geral de nossas rodovias. No último ano, as condições das estradas no Brasil piorou ligeiramente, conforme resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2013, que indicou 63,8% da extensão avaliada com alguma deficiência no pavimento, na sinalização e na geometria da via. Em 2012, esse índice foi de 62,7%. Além disso, houve um aumento no número de pontos críticos, que são locais que colocam em risco a segurança dos condutores, passando de 221 para 250. Estes pontos podem apresentar erosões na pista, queda de barreiras, buracos grandes ou pontes caídas. Fonte: Site noticias automotivas ...

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Importância do Aditivo

Importância do Aditivo

Aquele velho hábito de pedir ao frentista para completar o nível de água do radiador a cada visita ao posto de combustíveis ajuda a evitar que o motor aqueça demais, mas está longe de ser o jeito certo de cuidar do seu carro. Para começar, é preciso verificar se existe algum ponto de vazamento no sistema de arrefecimento, ou seja, radiador, mangueiras e reservatório de expansão. Depois disso, é preciso lembrar que só a água não protege o motor das altas temperaturas. É indispensável usar um aditivo específico. “Além de evitar que a água ferva ou congele, o líquido de arrefecimento protege os componentes metálicos da corrosão e evita a formação de incrustações, que podem causar entupimentos e, como consequência, sobreaquecimento”, lembra Cláudia Cavadas, gerente de tecnologia e qualidade assegurada da Castrol. A proporção da mistura com água está na própria embalagem do produto. É importante respeitar essa indicação para preservar ao máximo a durabilidade do sistema de arrefecimento – e para não prejudicar seu funcionamento adequado. Essa combinação de água e aditivo é bombeada para as camisas do motor, resfriando (por meio de troca de calor) cabeçote, pistões, câmaras de combustão, paredes dos cilindros, válvulas e outros componentes. “O líquido aquecido circula através de dutos e mangueiras e volta ao radiador, onde é resfriado com o auxílio de ventilação”, explica a gerente. Estar atento a essa simples manutenção é ainda mais importante nessa época de aumento gradual da temperatura, por conta da proximidade do verão, que coincide com as férias de fim de ano. É muito comum ver carros parados na estrada por causa de sobreaquecimento do motor. Fonte: Blog Carros e Motores ...

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BMW CONVOCA RECALL DE 5.115 UN

BMW CONVOCA RECALL DE 5.115 UN

Defeito no sistema Isofix pode desprender cadeirinhas infantis A BMW convocou hoje (26) mais um recall no Brasil, desta vez dos modelos X3 e X4. Isso porque a empresa descobriu que uma falha faz com que cadeirinhas de segurança infantil possam se desprender. Conforme exigido por lei, sempre que um defeito de fabricação que gera risco à população é descoberto, seu reparo deve ser feito gratuitamente e sem data limite. Segundo a alemã, o sistema Isofix que prende as cadeiras infantis nos bancos traseiros pode "não apresentar a resistência adequada para suportar o movimento habitual da cadeira". Assim, o aro de fixação dessa peça pode quebrar. Caso aconteça um acidente em seguida, a criança não estará devidamente protegida. Os carros afetados foram fabricados entre 13 de setembro de 2010 e 6 de maio de 2016 e têm numeração de chassi listada abaixo. Os proprietários devem entrar em contato com a BMW pelo telefone 0800 703 3575 para agendar o conserto gratuito em uma oficina autorizada. O reparo, no entanto, só terá início em 14 de setembro. Chassis envolvidos BMW X3 sDrive20i: de 0M96489 a 0R73655 BMW X3 xDrive20d: de 0A45635 a L883337 BMW X3 xDrive20i: de 0B68602 a LW14694 BMW X3 xDrive28i: de 0A00339 a U54890 BMW X3 xDrive35i: de 0B98016 a LK68473 BMW X4 xDrive20i: de 0E83030 a 0P48569 BMW X4 xDrive28i: de 0E91017 a 0R51766 BMW X4 xDrive35i: de 0E85053 a 0N52275 Megarecall de airbags A empresa anunciou que 2.009 unidades de diversos modelos terão que passar por recall devido a uma grave falha no airbag do motorista. Assim, a BMW aumentou a quantidade de carros vendidos no Brasil e que estão incluídos no megarecall global de airbags, considerado o maior recall da história. Em 2013, a empresa já havia convocado 4.345 carros no Brasil por conta do defeito. No total, 6.354 veículos fabricados pela marca devem voltar às oficinas por conta da falha. Fonte: Auto esporte em 26/08/2016...

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Como escolher a cor do carro

Como escolher a cor do carro

Dicas para escolher a melhor cor do seu carro Estudos científicos demonstram que as cores podem ter um impacto psicológico em sua vida. Enquanto que para algumas pessoas isto pode parecer clichê, é certamente algo a considerar ao fazer investimentos grandes. Embora motorista fique dentro do carro a maior parte do tempo, a aparência pode fazer a diferença em determinadas circunstâncias. Cor e Segurança: Branco Ou Amarelo No Carro Escolha cor segura. Há vários estudos feitos para mostrar melhor cor ao veículo. Carro amarelo foi escolhido depois de testes em pintar o incêndio e salvamento dos veículos devido à visibilidade. Esta cor não está disponível na estética à maioria dos carros. Branco é altamente visível à noite e traz aparência atraente na maioria dos carros. Preto é Clássico Em Automóveis Escolha a cor clássica. Estilo sempre ensinou que o preto é clássico. Isso é verdade em carros também. Carros pretos tendem a ser notado e são facilmente visíveis à luz do dia e ficam muito mais elegantes. O preto também valoriza para revenda dos carros. Prata: Cor Popular De Carro Prata é a cor do carro mais popular nos automóveis modernos. Esta é uma boa cor porque reflete a luz durante a noite, além de ser visível como o branco e também tende a olhar limpo por mais tempo uma vez que a prata é prefeita para esconder a poeira. A única coisa ruim é que, devido à sua popularidade, algumas pessoas evitam a mesma cor que todo mundo tem. Cores Destaques No Carro: Tons De Azul Nos anos 80 as cores destaques faziam sucesso, independente do ano dos veículos. Azul e verde se destacam. São ambos de tons calmos. A tonalidade azul possui a vantagem de ter ampla variedade de tons escuros e claros. Por exemplo, normalmente homens preferem royal ao passo que as mulheres apreciam o celeste por causa da proximidade com o rosa claro. Vermelho Sexy: Cor De Carro Ir para o vermelho sexy. Esta escolha popular fica bem carros esportivos, por isso que além da sedução também pode simbolizar velocidade. Fonte: Cultura Mix...

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Sistema de ar condicionado

Sistema de ar condicionado

O que antes era artigo de luxo, agora por vários motivos, é de primeira necessidade nos automóveis, e com alguns cuidados podemos ganhar muito mais em eficiência e conforto. 1 - Sempre que o carro estiver estacionado no sol, quando for sair ligue o ar e abra todas as janelas, assim ocorre a troca mais rápida do ar interno. 2 - Na opção de recirculação a eficiência de resfriamento do ar é maior, pois capta o ar do interior do carro, por isso não é recomendado usar esta opção por muito tempo, pois o ar só circula e não há renovação. 3 - Ao contrário do que muita gente pensa, a velocidade do ventilador, não influência no consumo de combustível, o consumo na cidade com o ar ligado aumenta de 10% a 20%. 4 - É recomendado ligar o ar condicionado pelo menos uma vez por semana, isto faz com que o gás circule e leve também lubrificação a todos os componentes do sistema, evitando ressecamentos e danos. 5 - Recomenda-se desligar o ar condicionado um pouquinho antes de chegar ao destino, deixando apenas na ventilação, isso diminui a úmidade que fica nas tubulações, e consequentemente a proliferação de fungos e bactérias. 6 - A forma mais utilizada de higienização do ar condicionado, é com a juda de uma pequena máquina que colocada na entrada de ar da circulação, vaporiza um produto especial pela tubulação, eliminando os fungos e deixando um odor agradável. 7 - Faça uma revisão completa do sistema de ar condicionado, com higienização e troca do filtro de cabine ao menos uma vez ao ano, ou sempre que perceber mau cheiro e perda de eficiência....

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Quando fazer o alinhamento?

Quando fazer o alinhamento?

O alinhamento das rodas e balanceamento de rodas são duas coisas totalmente diferentes , mas muitas vezes as pessoas ficam confusas. Em poucas palavras, o alinhamento da roda consiste em ajustar os ângulos das rodas de modo que eles estejam perpendiculares ao solo e paralelos uns aos outros . O objetivo destes ajustes é obter a vida máxima do pneu e um veículo que segue reto e estável quando dirigido por uma estrada reta e plana. O balanceamento da roda , por outro lado, permite aos pneus e rodas girar sem causar quaisquer vibrações . Isto é conseguido através da verificação do peso de todos os pontos ​​sobre o conjunto roda/pneu e compensar através da colocação de um peso de chumbo medido no lado oposto da roda de onde já está sendo pesado, equilibrando a distribuição do peso entre as rodas do veículo. Como saber se o carro precisa de alinhamento? Os sintomas de um carro que está fora de alinhamento são: Desgaste irregular ou rápido dos pneus; *Puxando ou afastando-se de uma linha reta; * Sair de uma linha reta em uma estrada plana; * Raios do volante para um lado, enquanto dirigindo em uma estrada reta e plana. Como saber se o carro precisa de balanceamento? Os sintomas de uma roda que está fora do balanceamento certo são: * Vibração no volante em determinadas velocidades; * Vibração no banco ou piso em determinadas velocidades; * Padrão de desgaste recortado ou em concha sobre os pneus. Desgaste irregular por causa do mal alinhamento da roda Para encontrar se você precisa de um alinhamento, primeiro verifique cada pneu e procure por padrões de desgaste irregulares. O problema com este método , no entanto, é que, se você pode ver um desgaste, pode ser tarde demais para salvar o pneu. É por isso que é um boa ideia ter seu alinhamento verificado periodicamente. Em cada pneu, coloque uma moeda e insira-a na banda de rodagem no interior, no centro e no externo. Alguns problemas estão relacionados com a pressão do pneu. Outros, diretamente com o alinhamento e é importante você saber como diferenciá-los. Os resultados podem indicar: * Pneu com muita pressão: os sulcos são mais profundos sobre as bordas do que no centro; * Pneu com pouca pressão: os sulcos são mais profundos no centro do que nas extremidades; * Problemas de alinhamento: sulcos são mais profundos em um lado do que o outro. Passe a mão para trás e para a frente da banda de rodagem, tendo o cuidado para não se cortar em qualquer sujeira ou fio de cinta de aço exposto. Se o piso é liso em uma direção, mas irregular no outro você tem um padrão de desgaste que é causado pelo mal alinhamento. As duas primeiras condições não chamam para um alinhamento. Se estes padrões de desgaste são excessivos, você deve substituir os pneus com urgência. O ideal é fazer um diagnóstico com um bom mecânico e manter a manutenção dos seus pneus em dia. Má dirigibilidade do veículo por causa do alinhamento Outra indicação de uma condição fora de alinhamento é um carro que continuamente puxando para um lado da estrada quando você simplesmente o deixa ir. Um carro que é difícil de manter em uma linha reta sem correções de direção constante também é candidato a problemas de alinhamento. Estas condições podem ou não podem contribuir para o desgaste prematuro dos pneus . Cuidado ao alinhar seu veículo! Um alinhamento das rodas não pode ser feito em um carro com peças soltas ou desgastadas. O mecânico vai primeiro verificar se há peças desgastadas e informá-lo de quaisquer problemas antes de iniciar o alinhamento. Após o alinhamento das rodas ser concluído, você deve dirigir o carro em uma estrada reta e nivelada para verificar se o carro vai em linha reta e se pneus e o volante estão no mesmo nível. Se você tiver um problema , leve o carro de volta para o mecânico dirigi-lo e ajustar as configurações de alinhamento. Problemas com o mal balanceamento das rodas O mal balanceamento das rodas fará um carro a vibrar em determinadas velocidades. A tireis fora de equilíbrio quando uma secção do pneu é mais pesado que os outros. Um pequeno peso a mais em um pneu da frente é o suficiente para causar uma vibração perceptível no volante em velocidades maiores. Para balancear uma roda , o técnico irá montá-la em uma máquina de balanceamento que irá rodar a roda até localizar a parte mais pesada. Ele vai então compensar a parte pesada ao colocar um peso de chumbo no lado oposto . Muitas pessoas estão agradavelmente surpreendidas com o quão suaves seus carros ficam depois de equilibrar o peso de todas as quatro rodas. A maioria dos pneus de alta qualidade irá manter o seu equilíbrio razoavelmente bem e sair do balanceamento correto gradualmente. Se você notar uma vibração que não estava lá no dia anterior, é possível que um dos pesos de balanceamento de chumbo tenha caído. Se você sentir a vibração principalmente em mover a roda, o problema é mais provável de estar em uma roda dianteira. Se a vibração é principalmente no assento, o problema está provavelmente na parte traseira. Ficou alguma dúvida no final do artigo? Então não guarde ela para você e compartilhe conosco nos comentários abaixo! Faremos de tudo para respondê-la no menor tempo possível. ...

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Dicas para escolher funilaria

Dicas para escolher funilaria

Martelinho de ouro só serve quando a tinta não foi tirada. Nem sempre é válido desamassar, pois a peça vai ficando mais rígida.  funilaria para-choque  Trabalho de funilaria exige especialista; nem sempre o retrabalho da peça é indicado Bater o carro é sempre desagradável. Depois da famosa discussão sobre “de quem é a culpa?”, você liga para o corretor, se tiver seguro, e recebe uma lista de oficinas para escolher onde levar seu carro: mas como decidir? Não escolha apenas pela localização, procure conhecer a oficina. Veja abaixo 10 dicas do que um bom local de funilaria e pintura deve ter para fazer um serviço de qualidade. Tem alguma dúvida sobre cuidados com o carro? Mande no espaço para comentários. As questões selecionadas serão respondidas em futuras colunas. Desconfie do que é muito barato Atenção com preços baixos e grandes descontos na franquia: serviços de funilaria e pintura exigem materiais de qualidade, habilidade manual e muita prática. Bons profissionais cobram pela qualidade. E, ao contrário de outros serviços, um trabalho mal feito em funilaria e pintura às vezes só aparece com o tempo: o verniz começa a descascar, a pintura fica manchada e o retrabalho é inevitável.   É funileiro ou pintor?   oficina de funilaria  Dificilmente um só funcionário vai dar conta, e bem, de todos os serviços  A grande maioria das oficinas possui uma estrutura definida, com funcionários administrativos e técnicos em reparação. Neste ramo de atividade não cabe a figura do “faz tudo”, principalmente nas funções básicas: funilaria ou pintura. Há exceções, em que um funcionário é bom nos dois serviços, mas, geralmente, cada um deles exige um especialista.     Martelinho ou funilaria?   martelinho  Martelinho só serve quando a tinta não foi tirada e é para pequenos reparos  Como o serviço de martelinho é mais barato que o de funilaria, às vezes o cliente vai à oficina e quer resolver tudo com o primeiro. Mas se saiu a tinta, não tem conversa: é serviço de funilaria. Martelinho, ou martelinho de ouro, é uma técnica que nasceu nas fábricas de carro para tirar pequenos amassados onde não houve retirada da tinta. Existe até curso para ensinar a técnica e as ferramentas usadas são específicas: este é um trabalho bastante delicado, são necessárias centenas de batidinhas para corrigir o amassado, por isso ele só é feito em pequenas áreas. Se a oficina oferece o serviço, provavelmente é porque ela tem de fato um técnico preparado: é difícil alguém se arriscar porque não vai conseguir “enganar” num tipo de serviço tão minucioso. Há oficinas que não têm um especialista, mas terceirizam esse serviço. Desamassar nem sempre é bom Se uma batida que tirou tinta não é caso para martelinho, uma que resultou em corte na chapa ou dano de grande porte não é caso nem de funilaria. O funcionário provavelmente oferecerá a troca da peça. Solda MIG  Avalie a situação: desamassar é indicado para pequenos reparos, como as famosas "raspadas".  Entenda que todo retrabalho em chapa metálica (desamassar, esquentar, estanhar) provoca mudanças na resistência estrutural da chapa. Ela se torna menos maleável, mais rígida, e com o tempo e o uso do carro podem surgir deformações permanentes. Para oficinas que possuem solda MIG (veja foto ao lado), este problema fica minimizado, pois a caloria da solda é concentrada em uma pequena área, preservando a estrutura da chapa. No caso de para-choques, no entanto, o retrabalho é uma opção mais econômica, principalmente para veículos importados em que o preço das peças chega a ser dez vezes maior em relação ao valor do retrabalho. Se você optar por peça nova, ao final do serviço, solicite para ver a peça velha.   Peça recondicionada (desmanche)   O assunto é polêmico. Se pensarmos pelo lado da sustentabilidade, não há problema em usar uma peça recondicionada. Desde que o serviço seja bem executado, o resultado será satisfatório. Porém, se pensarmos que uma parte deste mercado é abastecida de forma ilegal, aceitar peças de outros carros gera um certo desconforto. De uma maneira ou de outra, o importante é que a utilização ou não destas peças deve ser combinada antecipadamente, até porque peças novas custam  mais caro. Vai pintar? Olhe a limpeza     pintura proteção das peças  Proteção das peças não envolvidas na pintura é importante  Uma das grandes preocupações nas instalações das montadoras é a limpeza do setor de pintura, tanto que a maioria nem permite a visitação dele e os funcionários trabalham todos cobertos. Qualquer poeira ou pó é motivo para interromper a linha de produção. Claro que as oficinas não são tão sofisticadas quanto as fábricas, mas as boas possuem cabine de pintura, ferramentas de polimento com aspirador acoplado e funcionários uniformizados. Proteger o restante da lataria com material apropriado é importante: fuja de quem utiliza jornal, pois o ácido das folhas pode deixar manchas. O ideal é cobrir o carro com papel especial vendido por lojas de tintas, que não dissolve quando em contato com a tinta, não mancha e nem gruda na lataria.   Preparador de tinta   Mais conhecido como colorista, este profissional é fundamental para que seu carro não saia com duas cores. Em grandes oficinas, existe um laboratório para acerto de tintas e o colorista fáz parte do quadro de funcionários; já nas pequenas empresas esse trabalho é terceirizado. O acerto de cores busca igualar a tonalidade de uma tinta nova com a tinta “cansada” (do carro). As diferenças são mais evidentes em cores básicas como branco, vermelho e amarelo. Portanto, se você possui um carro com uma destas cores, pergunte ao orçamentista como ele pretende acertar a tonalidade da tinta.   Secagem da tinta   polimento Polimento pode ser necessário depois de um tempo para certas peças  As tintas automotivas possuem um tempo de cura (secagem) que varia de acordo com o fabricante.  Estufas de secagem, que são um local apropriado, com temperatura controlada, abreviam esse tempo. Porém, apesar de comuns nas fábricas, elas são encontradas em poucas oficinas. Se a oficina que você escolher não tiver esse equipamento, saiba que, em alguns casos, você terá o incômodo de levar a peça repintada para polir depois de uns 2 meses do serviço realizado. É o caso capuz, a peça mais incômoda de se repintar. Não fique bravo com o pintor se a peça ficar opaca depois de alguns dias: a culpa pode ser da caloria do motor. Ela provoca uma secagem desordenada do verniz e da tinta. Nada que um polimento não resolva.   Meio ambiente   Toda boa oficina deve seguir a legislação em relação à coleta de resíduos. A água utilizada deve ser tratada antes de retornar para a rede pública e os residuos de tinta, vernizes e solventes devem ser armazenados e coletados por empresa especializada.   Boa e velha indicação   Fechando o assunto, uma boa indicação é sempre bem-vinda. Como falamos no início, trata-se de um processo onde a habilidade do técnico é fundamental para o resultado do trabalho. Portanto, pergunte para quem já precisou e descubra onde estão os bons profissionais....

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Controle de Estabilidade

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O controle de estabilidade é considerado por especialistas como a maior inovação em segurança automotiva depois do cinto de segurança. Ele age para evitar acidentes antes que os airbags de seu carro, por exemplo, precisem entrar em ação. A partir de 2016, o Latin NCAP dará cinco estrelas apenas para os modelos que forem equipados com o dispositivo. Popularmente chamado de ESC, sigla em inglês para controle eletrônico de estabilidade, ele é obrigatório na Europa e pode se tornar compulsório no Brasil. Já deu pra perceber que ele é importante. Mas como funciona? Entenda abaixo. Por que eu preciso de um carro com ESC? O ESC impede que você perca o controle do carro em situações de risco, como curvas fechadas, desvios bruscos de rota e pisos escorregadios. Ele é capaz de reduzir acidentes fatais em 43%, de acordo com um estudo feito entre 2004 e 2006 pelo IIHS, instituto de segurança viária dos Estados Unidos. Um levantamento realizado em 2006 pela NHTSA, órgão federal que regulamenta o setor de transportes norte-americano, aponta que 83% dos capotamentos de SUVs foram evitados pelo dispositivo. O item também é apontado por especialistas como a maior inovação em segurança automotiva depois do cinto de segurança....

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Conheça nossa funilaria

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Conheça um pouco do novo serviço de funilaria do Paulão Auto Center. Além de contar com uma ampla infraestrutura e equipamentos de ponta, o Paulão Auto Center possui profissionais treinados e qualificados para entregar o melhor serviço em seu veículo....

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Os prós e contras dos pneus

Os prós e contras dos pneus

Com segmento de SUVs compactos em alta, fabricantes buscam melhor compromisso entre conforto, economia e durabilidade Este definitivamente é o ano dos SUVs compactos. Com essa tendência e mais a renovação na linha de picapes previstas a partir de 2016, multiplica-se o número de pneus de uso misto que estarão rodando por aí única e exclusivamente no asfalto. Se esse modelo de pneu garante mais robustez ao encarar os buracos tão comuns nas cidades e um visual parrudo típico de jipe, por outro lado ele traz algumas desvantagens, que os motoristas nem sempre conhecem. As duas principais são a piora no consumo de combustível e o aumento do nível de ruído em velocidades mais elevadas. Se não dá para escapar dessa dupla de vilões, o mesmo não pode ser dito de uma característica que é comentada entre os proprietários, mas que os fabricantes de pneus juram que não é mais verdade: a fama de que o modelo de uso misto se desgasta mais rapidamente que o tradicional. "Nossos testes indicam que a durabilidade é a mesma que a dos pneus de SUV para uso exclusivo no asfalto", esclarece Marco Moretti, gerente de produto da Pirelli. A reputação ruim viria dos modelos mais antigos ou dos de uso exclusivamente off-road. Peso no bolso Mas onde a versão de uso misto mais incomoda os donos de utilitários é no bolso, já que ele custa em média mais de 50%. "O pneu de SUV exclusivo para uso no asfalto tem um posicionamento quase alinhado ao do pneu de carro de passeio. Porém há de considerar que o de uso misto traz outros componentes que são necessários para suportar o uso off-road que o tornam mais robusto e, portanto, um pouco mais caro", diz Moretti. "Essa conta só vai fechar usando o pneu na aplicação correta. O modelo de uso misto foi desenvolvido para rodar no asfalto e na terra", diz Vinícius Sá, gerente de marketing de pneus de passeio da Goodyear. "Eles têm diferenças tanto nos compostos quanto em peso e outros atributos, além da pouca oferta de medidas iguais." Para ver essa diferença de valor, pesquisamos preços de pneus para uma Fiat Strada Cabine Dupla e encontramos o modelo só para asfalto por R$ 470, enquanto os de uso misto não saíam por menos de R$ 715. Se você comprou uma picape ou um SUV e só roda no asfalto, portanto, pode fazer sentido fazer a troca. Mas é preciso estar ciente que, com essa alteração, o proprietário pode ter a possibilidade de perder aderência ao pegar uma estrada de terra a caminho do sítio. Fonte: QuatroRodas...

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O conceito Treadwear

O conceito Treadwear

Apesar do nome complicado, o conceito do treadwear é muito mais simples do que parece. Trata-se de um número que vai na lateral do pneu e indica a velocidade com que ele se desgasta. É uma avaliação comparativa baseada na taxa com que esse pneu perde borracha quando testado sob condições controladas, em um circuito especificado pelo governo americano. O treadwear é um índice que é indicado normalmente em pneus que possam ser exportados para os Estados Unidos. Ele varia de 60 a 620, tendo 100 como valor de referência. Quanto menor o número, mais rapidamente ele vai se gastar. Um exemplo: um pneu classificado com nota 200 teria um desgaste duas vezes menor na pista de testes do que um modelo com nota 100. O desempenho relativo dos pneus depende das suas condições reais de utilização, mas pode divergir muito da norma por causa de fatores externos aos do teste, como hábitos de direção do motorista, uso comercial ou particular e tipo do piso em que ele roda. "A durabilidade de um pneu é influenciada por diversos fatores, como calibragem correta, com a pressão que consta no manual do proprietário, manutenção do veículo, alinhamento e balanceamento do conjunto roda/pneu e condições das rodovias, entre outros", explica Vinícius Sá, gerente de marketing da Goodyear. "Dependendo das condições de uso, um pneu com treadwear inferior a outro poderá até ter um desempenho melhor", diz José Carlos Quadrelli, gerente de engenharia de vendas da Bridgestone. Também deve entrar nessa equação o objetivo do motorista. "Pneu com treadwear mais alto privilegia a durabilidade, ou seja, é feito para durar mais, portanto costuma equipar carros populares. Por outro lado, pneu para esportivos, por privilegiar outras características que não o desgaste, tem valores mais baixos." Assim, cabe ao consumidor escolher o que quer: um pneu que dure mais ou que tenha mais aderência. Para verificar se o pneu está careca, há o Tread Wear Indicator (TWI), que são ressaltos da borracha vistos dentro dos sulcos, em geral de 1,6 milímetro de altura. Quando o TWI está alinhado com o restante da banda de rodagem (foto acima, à direita), é sinal de que chegou a hora de trocar o pneu. Isso porque, nessa situação, aumenta muito o risco de aquaplanagem. Se não for trocado, pode ainda render numa blitz multa de R$ 127,69 e 5 pontos na habilitação....

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O que é freio a disco?

O que é freio a disco?

Um sistema de freios a disco (geralmente fabricados em cerâmica ou ferro fundido) está composto por vários componentes que trabalham em conjunto para realizar a frenagem de um veículo, sendo os principais: o pedal do freio, o cilindro-mestre que fornece o fluído ao circuito hidráulico, as mangueiras flexíveis e os pequenos tubos de metal pelos quais circula o fluído de freio, os cilindros de roda, os pistões, as pastilhas de freio e ainda a alavanca do freio de mão....

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Como não se influenciar

Como não se influenciar

Montadoras são capazes de influenciar sua opinião sobre um carro sem que você perceba estar sendo enfeitiçado. Conheça as armas que elas usam para isso A qualidade de um automóvel pode ser percebida de diversas maneiras. Mas, quando as fábricas falam em qualidade percebida, elas estão se referindo basicamente aos atributos de estilo e de acabamento. São aquelas características que as pessoas notam principalmente através da visão - mas também pelo tato e olfato. Às vezes, essa percepção não é consciente, porém, é o que determina se o proprietário gosta ou não de um carro, ou se ele se sente bem em seu interior. Isso é fruto não só do design e dos materiais empregados, mas também de artifícios de design que as fábricas usam para deixar os modelos mais interessantes aos olhos dos compradores. As empresas têm divisões específicas para essa missão. São os chamados departamentos de qualidade percebida. A capacidade de agradar tem relação direta com o custo de produção do veículo, que resulta não só das partes visíveis dos carros, como peças e materiais, mas também das invisíveis, como as ferramentas usadas na produção. Cada componente de um veículo, como painel, porta-luvas, saídas de ar e até os botões dos comandos, necessita de uma ferramenta própria para sua confecção. E, quanto maior o volume fabricado, mais unidades dessas ferramentas são necessárias para garantir a produção contínua e em grande quantidade. Fonte: Quatro Rodas...

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Troquei as pastilhas do freio

Troquei as pastilhas do freio

Troquei as pastilhas do freio do meu carro na concessionária. Por alguns quilômetros o freio ficou chiando. isso é normal? Caso ocorra novamente, como devo proceder? Não é normal esse chiado o tempo todo. Porém, se ocorreu apenas no começo, não tem problemas. O chiado pode ocorrer com qualquer carro. Uma possibilidade é o material de atrito estar gasto, assim o indicador de desgaste – em alguns modelos apenas - vai tocar o disco de freio e produzir um som agudo. Isso significa que o carro precisa de pastilhas novas. Se não tiver irregularidade, o assobio pode ter uma série de explicações, porém a causa pode ser algo comum, como sujeira acumulada em um dia chuvoso. Ao acionar o freio, o atrito das pastilhas com a sujeira no disco pode provocar o barulho. Ou, em razão do material empregado na fabricação das pastilhas de freio, que deixaram de utilizar amianto e assim ficou “comum” o chiado no freio. É importante lembrar-se de realizar uma inspeção periódica nas pastilhas a cada 5.000 km....

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Hora da revisão

Hora da revisão

O bom motorista sabe que a manutenção preventiva do carro é fundamental para que problemas com o veículo não atrapalhem os planos das férias. Entretanto, e depois da volta para casa? Uma boa revisão depois de viagens pode evitar gastos extras e dores de cabeça. Além de levar o carro para manutenções periódicas, cuja frequência varia de acordo com o modelo (essa informação consta no manual do veículo), o proprietário deve ficar atento a problemas que podem ser causados por fatores externos. Os principais itens que devem ser verificados nesse tipo de revisão são os freios, a parte mecânica, velas, filtros de ar, esticadores de correias, sistemas de ignição e alimentação. “Quando o carro que habitualmente é usado na cidade vai para uma área rural ou de muita maresia, pode haver problemas com o filtro de ar, que pode ficar entupido, e com a correia dentada, por exemplo”, explica Anderson dos Santos, da Auto Mecânica Dizac. Além disso, principalmente após viagens longas, é importante levar o carro a um mecânico de confiança. “Alguns itens precisam ser revisados após uma quilometragem rodada mais alta, mas outros se desgastam mais rápido e podem ficar danificados após as viagens, quando o carro normalmente anda mais”, complementa Santos. Os carros que ficam parados durante todas as férias também precisam de cuidados específicos, já que os líquidos (combustível, óleo e água do radiador) envelhecem e podem prejudicar alguns mecanismos. A gasolina, por exemplo, pode perder algumas de suas características químicas e entupir bicos injetores. Os pneus devem ser cuidadosamente calibrados e os dutos do ar condicionado devem ser limpos, já que pode haver acúmulo de sujeira devido à umidade....

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Você sabia?

Você sabia?

Brasileiro teria inventado o câmbio automático Biografia diz que tio-avô do escritor Paulo Coelho vendeu projeto à GM nos anos 30 Até hoje a maior invenção atribuída a um brasileiro teria sido o avião. Todos conhecem a façanha de Alberto Santos Dumont a bordo do 14-bis, uma aeronave impulsionada por um balão de hidrogênio que fez um voo de exibição em outubro de 1906 em Paris, na França - embora no resto do mundo o crédito pela invenção seja dado aos irmãos Wright. Mas pouca gente sabe que um componente muito comum nos carros atuais teria sido idealizado por um brasileiro: o câmbio automático. Curiosamente, a informação veio à tona de uma forma inusitada, mais precisamente na biografia de Paulo Coelho, escrita por Fernando Morais. A obra conta uma história de que o tio-avô do escritor, o engenheiro mecânico José Braz Araripe, teria inventado o câmbio hidramático juntamente com Fernando Lemos. Depois de ter desenvolvido uma transmissão automática com fluído hidráulico, Araripe teria viajado à Detroit (EUA), onde apresentou seu invento à General Motors em 1932. A empresa se interessou pelo projeto e propôs duas ofertas ao engenheiro: US$ 10 mil na hora ou US$ 1 por carro vendido com a tecnologia. José escolheu a primeira opção. Fazendo a conversão da moeda norte-americana em valores atualizados, descobrimos que o inventor levou nada menos do que US$ 160 mil para casa. A história, aliás, foi confirmada por acaso. Coelho acreditava tratar-se de uma lenda, já que seus parentes diziam que "tio José", como era carinhosamente chamado pela família, "vivia inventando coisas". Intrigado e fascinado, Fernando Morais resolveu investigar a veracidade desta versão. E descobriu que o tio-avô de Paulo não estava mentindo daquela vez. Em tempo: a invenção brasileira só chegaria às ruas em 1939, quando a montadora apresentou uma tecnologia chamada "Hydra-Matic" na linha 1940 dos modelos Oldsmobile. Fonte: Quatro Rodas...

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Reservatório de gasolina 

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Esse reservatório tende a ser esquecido pelos motoristas, mas lembre-se que sem gasolina a partida a frio pode ficar mais difícil. Faça um esquema de verificação a cada 10 ou 15 dias, desse modo não será pego desprevenido....

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Os melhores SUVs do mercado

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Pensando em comprar seu SUV? Recentemente a CAOA lançou um site especial só para os melhores SUVs do mercado, oferecendo a oportunidade de comparação entre marcas, características e, claro, preços. Mas para quem acha que a montadora e distribuidora trabalha somente com Hyundai, está muito enganado. No site o consumidor vai poder conferir diversos produtos da marca Subaru e Ford também, são 9 modelos que variam entre R$ 67.700,00 e R$ 199.990,00. Dentre as principais ofertas estão o campeão de vendas, Hyundai Tucson, e um dos 4x4 mais desejados pelos amantes do off-road, o Subaru Forester XT Turbo. E ainda, o exclusivo Hyundai Grand Santa Fe, New Ford Edge, New Hyundai ix35 e outras opções para os mais variados tipos de clientes, esportivo, família, premium e mais. Outra novidade é que além de ter a chance de comparar e escolher o SUV preferido, o consumidor ainda poderá solicitar o contato de um dos vendedores especializados da CAOA, com ofertas e condições exclusivas, pelo próprio site. Assim fica fácil conquistar o SUV dos sonhos...

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Encontro e desfile

Encontro e desfile

Evento comemora 92 anos do município, com desfile de carros antigos. Modelos raros e clássicos nacionais foram exibidos. Centenas de veículos participaram de encontro e desfile pelas ruas de Itabirito, Região Central de Minas Gerais. O evento fez parte da agenda oficial para comemorar o aniversário do município, que completou 92 anos nesse 7 de setembro. Organizado pelo Clube Itabirito de Carros Antigos (Cica), o desfile reuniu modelos raros e desejados, como um Cadillac Eldorado 1966 e um Chevrolet Corvette. Modelos mais conhecidos do público, como Fusca, Kombi e Opala também fizeram a festa de antigomobilistas. Veículos militares e caminhões também percorreram as ruas da cidade em desfile. 3º Desfile e Encontro de Carros Antigos de Itabirito/MG Fotos gentilmente cedidas por Jorge Filho, presidente do Clube de Veículos Antigos de Nova Lima. Fonte: Vrum...

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Usar farol baixo

Usar farol baixo

Avança projeto que obriga a usar farol baixo até de dia nas estradas Alteração na lei foi aprovada na Câmara e será avaliada no Senado. Desrespeito poderá ser considerado infração média. O projeto de lei que torna obrigatório o uso de farol baixo para todos os veículos em rodovias, também durante o dia, passou na Câmara dos Deputados, na última quinta-feira (27), e seguirá para avaliação no Senado. Atualmente, só é exigido o uso de farol aceso durante a noite e nos túneis, mesmo de dia. Transportes coletivos devem manter o farol ligado "ao circular em vias em faixas ou pistas a eles destinadas". E as motos também são obrigadas a utilizar o farol baixo de dia. A desobediência é considerada infração média, com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira de habilitação. Para os demais veículos, atualmente o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) apenas recomenda o uso de farol baixo aceso durante o dia nas rodovias. O Projeto de Lei 5070/13, que pretende tornar esse hábito obrigatório nas estradas, é do deputado Rubens Bueno (PPS-PR) e já havia sido discutido e arquivado em 2013, mas as discussões foram retomadas em fevereiro passado....

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Onix supera Palio em agosto

Onix supera Palio em agosto

Onix supera Palio em agosto e lidera vendas no Brasil pela 1ª vez No acumulado do ano, compacto da Fiat ainda está na frente. Entre os SUVs, Honda HR-V e Jeep Renegade dominam. O Chevrolet Onix desbancou o Fiat Palio nos emplacamentos em agosto e liderou pela primeira vez o ranking mensal dos automóveis e comerciais leves mais vendidos no Brasil, segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quarta-feira (2). O compacto da General Motors (GM) atingiu 10.998 unidades. O Palio obteve apenas 9.259 emplacamentos, somando o atual modelo com os da geração antiga (Palio Fire e Novo Palio), assim como assim como a Fenabrave fazia com o Gol e Gol G4 e Uno e Mille, antes das gerações antigas serem aposentadas. No acumulado em 8 meses, o modelo da Fiat ainda lidera, com 83.326 unidades, ante 77.513 do Onix. Apenas em março, o Palio não ficou com o primeiro lugar, vencido pela picape Strada, também da Fiat, com o Onix em segundo. Porém, em vendas para pessoa física, o Onix é o carro mais vendido no ano, com 70.199 emplacamentos, seguido pelo Palio (64.756) e o HB20 (61.968). Carro de R$ 70 mil no top 10 Em tempos de crise e baixa nas vendas em geral de carros, o Toyota Corolla repetiu a 10ª colocação no ranking, com 5.735 unidades emplacadas. É o mais caro entre os top 10, com preços que vão de R$ 69.690 a R$ 101.590. Briga de SUVs Entre os utilitários esportivos compactos, o Honda HR-V foi o mais vendido em agosto, repetindo o feito de julho, e beirou o top 10, ficando na 11ª posição no geral. O Jeep Renegade conseguiu novamente a vice-liderança do segmento, enquanto o Renault Duster jogou o ex-campeão Ford EcoSport para a quarta colocação no mês. Fonte: AutoEsporte...

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VW lança Passat GTE na Alemanh

VW lança Passat GTE na Alemanh

Versão híbrida plug-in roda até 1.114 quilômetros A Volkswagen iniciou na Alemanha as vendas do Passat GTE. A versão híbrida plug-in parte de 44.250 euros na versão sedã, custando 1.000 euros a mais na carroceria perua (Variant). De acordo com a montadora, o Passat GTE tem um motor 1.4 TSI a gasolina de 156 cv e um motor elétrico de aproximadamente 115 cv (85 kW). A potência combinada chega a 218 cv, entregando um torque máximo de 40,8 mkgf, que é transmitido às rodas por uma transmissão de seis marchas com dupla embreagem desenvolvida especialmente para o veículo. Dados da VW indicam aceleração de 0 a 100 km/h abaixo de oito segundos e velocidade máxima de 219 km/h – ou 129 km/h movido apenas a eletricidade. Com o tanque cheio de gasolina e as baterias totalmente carregadas, a autonomia do Passat GTE chega a 1.114 quilômetros. O carro, aliás, pode rodar até 50 quilômetros em modo 100% elétrico, impulsionado por uma bateria de íon-lítio de 9,9 kWh....

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Google cria sua montadora

Google cria sua montadora

GOOGLE CRIA SUA PRÓPRIA MONTADORA DE VEÍCULOS Informações obtidas pelo jornal britânico The Guardian mostram que o Google Auto foi licenciado como uma montadora em 2014 O Google criou sua própria companhia automotiva, segundo informações do jornal britânico The Guardian. De acordo com documentos obtidos pela publicação, a chamada Google Auto LLC foi criada no final de 2011 como uma companhia limitada e fabricante de veículos de passageiro. No ano passado, a empresa foi lincenciada como uma montadora de carros, no estado da Califórnia (Estados Unidos). O grupo de tecnologia não comentou a notícia. Inicialmente, o Google modificava e testava sua frota de Lexus autônomos. A Google Auto, portanto, figura como a montadora de todos os 23 SUVs da montadora japonesa registrados no departamento de veículos motorisados da Califórnia. Cada um dos carros autônomos tem também número de chassis, como qualquer outro modelo de produção. Vale ressaltar que o Google não deu origem a outras empresas subsidiárias de projetos criados pelo o Google X, uma espécie de divisão secreta responsável pela criação do Google Glass, por exemplo. Com o Google Auto, é a primeira vez que isso acontece. Especificações técnicas O Google Auto também haveria se comunicado com o órgão nacional de segurança viária dos Estados Unidos, chamado NHTSA, para organizar testes de emissão de combustíveis. Para evitar requerimentos de segurança onerosos e testes de colisão, os carros da nova montadora seriam veículos leves e de baixa velocidade, capazes de chegar a pouco mais de 40 km/h. Documentos do NHTSA vistos pelo The Guardian indicam que os carros têm tração traseira, freios independentes em cada roda e são equipados com motor elétrico de baterias íon lítio de 20 a 30 kW, o equivalente a potência de 27 a 40 cv. Por enquanto, todos os carros foram montados na cidade de Detroit, em parceria com a empresa de engenharia Roush. Parceria com montadoras O Google Auto LLC é comandado por Chris Urmson, líder do projeto de carros autônomos. Em janeiro, durante o Salão de Detroit, ele afirmou estar dialogando com Chevrolet, Ford, Toyota, Daimler e Volkswagen. "Fazer carros é muito difícil e as montadoras são muito boas nisso. Então, para mim, a solução é encontrar uma parceria", disse o executivo em março, em entrevista ao USA Today. Representantes da NHTSA afirmaram que o Google não ofereceu nenhum de seus veículos para venda e não pretende fazê-lo. Isso porque não faria sentido comercializar a tecnologia autônoma em carros experimentais. ...

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Leilão tem clássicos

Leilão tem clássicos

Hudson que foi de Steve McQueen está entre raridades Se você gosta de carros antigos, provavelmente já ouviu falar no Pebble Beach Concours d Elegance. A semana que antecede este evento é tomada pelo Monterey Car Week.  Durante os sete dias são realizadas várias atividades relacionadas à cultura do antigomobilismo, incluindo encontros, festas, corridas e a Automobilia Monterey, um dos maiores "mercados de pulgas" do mundo. Lá você encontrará tudo relacionado a carros antigos, desde bottons até volantes de Ferraris antigas, passando por literatura especifica de marcas, pôsteres originais de época e emblemas de todos os tipos e tamanhos. A programação do evento prevê ainda a realização de um leilão com algumas raridades que devem ser disputadas à tapa pelos colecionadores. Fonte: QuatroRodas ...

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Foi só um amassadinho…rsrs

Foi só um amassadinho…rsrs

Tem muita gente louca dirigindo por aí. Um motorista de Birmingham foi flagrado em uma rodovia inglesa dirigindo seu Vauxhall Vectra acima do limite de velocidade. Seria apenas mais um infrator não fosse um pequeno detalhe: o carro estava praticamente destruído! Segundo informações da imprensa local, Michael McCluskey bateu em um caminhão na rodovia M5. Mesmo com um para-brisa quebrado e alguns danos no lado esquerdo da carroceria, o motorista continuou dirigindo por mais 68 quilômetros até ser parado pela polícia rodoviária. Questionado pelas autoridades, Michael admitiu que não só trafegou acima do limite como chegou a incríveis 145 km/h nesta situação. Fica a pergunta: dá pra acreditar? Parece mentira, mas não é....

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Notícia! Ferrari

Notícia! Ferrari

Vazam imagens da Ferrari F12 GTO A Ferrari prepara mais um lançamento para os próximos meses, mas ate então a marca de luxo não havia revelado nenhum detalhe sobre o futuro modelo. Mas algumas imagens da F12 GTO foram vazadas pelo portal Autosport.nl. De acordo com o veículo, trata-se de images retiradas do próprio configurador da Ferrari, com acesso exclusivo apenas aos clientes da marca de luxo. O esportivo é inspirado na F12 Berlinetta e na 250 GTO e terá 650 unidades produzidas. Já a motorização conta com um bloco V12 6.3 litros de 788 cv. Além disso, a F12 GTO deverá contar com o sistema HY-KERS, que também é utilizado na La Ferrari e pesará 100 kg a menos. Ainda não há muitas informações sobre o supercarro, mas a expectativa é que ele seja lançado no Salão de Frankfurt, em setembro....

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Obrigado!

Obrigado!

Obrigado aos cliente, amigos e colaboradores por votarem em nós. Somos os primeiros em popularidade e preferencia na pesquisa da ACIB. Emoticon smile...

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Extintor

Extintor

Uso obrigatório do extintor ABC é adiado pela terceira vez Obrigatoriedade de uso do extintor será prorrogada por mais 90 dias e só começa a valer em outubro. Ministério das Cidades pediu que Denatran alterasse a data para motoristas se adequarem à norma. O prazo para obrigatoriedade de uso do extintor do tipo ABC nos automóveis será prorrogado por mais 90 dias, informou o Ministério das Cidades. O último prazo para os motoristas se adequarem à norma era 1º de julho, mas a pasta pediu que Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) alterasse a data. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deve publicar nova resolução para definir a partir de que dia a exigência passará a valer. A multa pela falta do extintor começaria em 1º de janeiro deste ano, mas o Denatran adiou para abril e, posteriormente, para 1º de julho. Quando a obrigatoriedade entrar em vigor, circular sem o extintor do tipo ABC será infração grave, com multa de R$ 127,69 e 5 pontos na carteira de habilitação. O equipamento deverá ser usado em automóveis de passeio, utilitários, caminhonetes, caminhão, trator, micro-ônibus, ônibus e triciclo automotor de cabine fechada. O extintor ABC apaga incêndios em materiais sólidos como pneus, estofamentos, tapetes e revestimentos. O equipamento substituiu o extintor BC, que apaga incêndio em materiais elétricos energizados, como bateria de carro e fiação elétrica, e também nos combustíveis líquidos óleo, gasolina e álcool, materiais também recomendados para o ABC. Fonte: Vrum...

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Tipo mais comum de freio

Tipo mais comum de freio

Os tipos de freio mais comuns são o a tambor e o a disco. Muitos carros usam os dois sistemas: freios a disco na dianteira e freios a tambor nas rodas traseiras. O sistema a disco é mais moderno e eficiente, mas dura menos, e pode ser dividido entre sólidos e ventilados. O sólido é um disco grosso, para baixa performance, ou seja, geralmente presente em carros populares de baixa potência. Os ventilados são os que permitem melhor troca de calor.  Podemos pensar nele como um disco duplo furado entre os dois discos, que tem uma performance melhor para carros de maior potência. Se o carro for muito potente, como um superesportivo, sistemas como freios carbono-cerâmica são normais e usam material especial que funciona perfeitamente mesmo quando extremamente aquecido. São também mais leves, porém o preço é proibitivo, na faixa das dezenas de milhares de reais. ...

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Ignorância ou esquecimento?

Ignorância ou esquecimento?

Um em cada 5 brasileiros não usa cinto no banco da frente. Se no banco da frente o cinto não é usado por mais de 20% de brasileiros, no banco de trás, metade afirma deixar de lado o equipamento. Mais de 20% dos brasileiros afirmam não usar cinto de segurança quando sentam no banco da frente de carros, vans ou táxis, divulgou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 79,4% da população sempre usa o equipamento no banco da frente. A região brasileira em que há mais registro do uso do cinto de segurança no banco da frente é a Sudeste, onde o percentual de pessoas que afirmam usar o equipamento é 86,5%, seguida pela Região Sul, com 86,2%. No Nordeste, o índice cai mais de 20 pontos percentuais, para 66%. Se no banco da frente o cinto não é usado por um em cada cinco brasileiros, no banco de trás, metade afirma deixar de lado o equipamento. De acordo com a pesquisa, 50,2% declararam que sempre usam o cinto no banco de trás. O grupo mais jovem da pesquisa, de 18 a 29 anos, é o que menos usa cinto no banco de trás, com 40,3%. O percentual sobe para 49,8% na faixa etária de 30 a 39 anos. Entre 40 e 59 anos, chega a 54,3%, e atinge 57,8% entre os maiores de 60 anos. A pesquisa constatou que 54,9% da população que se declara branca usa o cinto de segurança no banco de trás - quase 10 pontos percentuais a mais que os pretos (45,8%) e pardos (45,9%). A escolaridade da população tem influência no uso do cinto de segurança no banco de trás de automóveis. Pessoas com ensino superior completo tiveram o maior percentual, de 55,6%, enquanto, para o ensino médio completo, a fatia dos que sempre usam o cinto chegou a 47,7%. A pesquisa também aborda os cuidados com a segurança ao andar de moto. Cerca de 83% dos brasileiros dizem usar capacete. Ainda segundo o IBGE, 80,1% tomam essa precaução quando são passageiros – percentual que sobe conforme a escolaridade, de 73,7% para os sem instrução e com ensino fundamental incompleto para 90,1% no superior completo. O total de pessoas que sofreu lesões corporais em acidentes de trânsito nos doze meses anteriores à pesquisa chegou a 3,1% da população brasileira. O percentual sobe para 4,5% quando analisados só os homens, e é de 1,8% para mulheres. Os mais jovens (18 a 29 anos) são os que mais se acidentaram, com 5,1%. Entre os maiores de 60 anos, o percentual chega a 1%....

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Já pensou em dirigir assim?

Já pensou em dirigir assim?

Atualmente o Brasil proíbe registro e licenciamento de veículo com volante no lado direito, porém uma resolução do Contran veta modelos com volante no lado direito no Brasil, mas abre exceção para veículos de coleção, com mais de 30 anos de fabricação. A Resolução foi publicada no Diário Oficial da União onde explica sobre o registro e o licenciamento de veículos automotores com o volante de direção no lado direito. De acordo com o texto, a decisão levou em consideração o fato de que os projetos de iluminação para os veículos em circulação no país observam técnicas específicas para circulação pelo lado direito da via. Segundo o Contran, a sinalização vertical é projetada para condutores posicionados no lado esquerdo do veículo. A exceção vale apenas para veículos de coleção com mais de 30 anos de fabricação e com suas características originais conservadas. “Aos veículos em desacordo com esta resolução, serão aplicadas as penalidades previstas no Artigo 237 do Código de Trânsito Brasileiro”, destacou o Contran....

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Gol esta ficando velhinho

Gol esta ficando velhinho

Gol esta ficando velhinho!! Gol faz 35 anos; veja 10 curiosidades Ex-campeão de vendas foi lançado em 1980 Não era exatamente desta forma que o Gol gostaria de celebrar seus 35 anos. Longe da liderança de vendas do mercado nacional, perdida em 2014 após 27 anos de domínio absoluto, o hatch vive um momento delicado. Mas isso não significa que não temos motivos para comemorar, afinal não é todo dia que um dos modelos mais queridos do brasileiro faz aniversário. Para marcar esta data, reunimos abaixo dez curiosidades sobre o Gol. 1. Todo mundo sabe que o nome "Gol" vem do momento máximo do futebol, e que a Volkswagen tem tradição em se inspirar no mundo dos esportes para batizar seus modelos -Golf e Polo estão aí para não nos deixar mentir. Mas pouca gente sabe é que a Volkswagen cogitou chamar seu best-seller de Angra, homenageando a bela região de Angra dos Reis. A ideia acabou sendo descartada por remeter ao polêmico projeto de usinas nucleares na região nos anos 70. 2. O projeto do Gol saiu das mentes criativas de três designers: Márcio Piancastrelli, José Vicente Martins e George Oba. O trio chegou até a ser deslocado para o QG da Audi, em Ingolstadt, para disputar com o projeto realizado pela própria matriz da VW em Wolfsburg. Para surpresa geral, os brasileiros acabaram vencendo a concorrência local. 3. Antes de o Gol ganhar as ruas, rumores indicavam que o Gol seria quase um "irmão gêmeo" do Audi 50, que por sua vez era praticamente um clone do primeiro Volkswagen Polo. No fim das contas, o Gol acabou se inspirando no cupê Scirocco. 4. Ainda nos anos 80, a VW chegou a desenvolver um projeto conhecido pelo codinome BY. Era um estudo de veículo hatchback de três portas com uma solução até então inédita no país: banco traseiro deslizante, podendo ampliar o espaço no banco traseiro ou no porta-malas. O projeto acabou sendo engavetado, e o criativo recurso só seria aproveitado em 2003 com a chegada do Fox. 5. Contrariando as tendências da própria Volkswagen, que enfim começava a investir em motorizações refrigeradas a água, o Gol foi lançado com o antigo motor 1.300 refrigerado a ar do Fusca. Nem é preciso dizer que o fraco desempenho deste conjunto resultou em uma enxurrada de críticas, obrigando a VW corrigir o erro rapidamente, à princípio trocando o motor pelo 1.600 até aposentá-lo definitivamente alguns anos depois com a chegada do esportivo GT. 6. Falando em esportivos, o Gol GT inaugurou uma tradição de versões nervosas do Gol. Depois dele ainda viriam o GTS, o cobiçado GTi (quem não se lembra da carroceria azul e cinza?) e o radical GTI 16V, cujo motor 2.0 com cabeçote alemão entregava 141 cv. 7. A banda The Rolling Stones ganhou uma homenagem inusitada da VW: a série Gol Rolling Stones chegou às ruas aproveitando o frisson em torno da turnê "Voodoo Lounge". Junto com o carro vinha um brinde mais do que apropriado: uma fita cassete (!) do álbum mais recente gravado pela banda de Mick Jagger na época. 8. E já que estamos falando de série especial, o Gol é um dos modelos com o maior número de edições exclusivas - e diferentes também. Eis algumas delas: Gol Atlanta (lançado em homenagem aos Jogos Olímpicos de 1996), Gol Fun (com direito a faróis com máscaras na mesma cor da carroceria), Gol Titan (supostamente uma versão ‘parruda’ do G4 com rodas de aço) e Gol Seleção (alusivo à Copa do Mundo de 2014 disputada no Brasil). Uma das séries especiais mais exclusivas foi baseada justamente no Gol Geração 5. O Gol Vintage teve apenas 30 unidades numeradas e vendidas para colecionadores. Baseado na versão Power, o carro tinha pintura branca com detalhes pretos, mas a cereja do bolo vinha no porta-malas: uma guitarra Tagima Stratocaster personalizada com as mesmas cores do veículo. 9. O Gol é o veículo mais exportado da história da VW Brasil, com mais de 1 milhão de unidades vendidas em 66 países, sendo a maioria deles situado na América Latina. No entanto, entre 2004 e 2005, o modelo chegou a ser exportado para a Rússia, onde foi vendido com o nome Pointer - nomenclatura também utilizada em outros países. 10. A Volkswagen Argentina usou o Gol para tirar sarro do vexame brasileiro na Copa do Mundo. A provocação não estava no agradecimento à seleção de Lionel Messi pelo vice-campeonato mundial (a Argentina perdeu justamente para a Alemanha, algoz da Seleção Brasileira), e sim na placa do Gol (LTA 701) que estampava o anúncio: as letras "LTA" seriam uma abreviatura de "La Tenes Adentro", uma expressão chula popularizada por Diego Maradona. O golpe de misericórdia veio com os números 701, em alusão à goleada histórica de 7x1 sofrida pelo Brasil em Belo Horizonte....

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TESTES DA ANFAVEA

TESTES DA ANFAVEA

TESTES DA ANFAVEA PARA O AUMENTO DE TEOR DE ETANOL NA GASOLINA CONTINUAM EM ANDAMENTO Sem alterações significativas nos veículos testados, o uso da gasolina com 27,5% de etanol segue em testes por REDAÇÃO AUTOESPORTE Segundo estudos realizados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a ANFAVEA, não há nenhum empecilho no uso da gasolina com 27,5 % de etanol. Depois de 85% dos testes realizados, o aumento de consumo verificado foi da ordem de 1% a 2% e relação a mistura de 25%. O relatório produzido pela Comissão Interna de Energia e Meio Ambiente (CEMA) da ANFAVEA e realizado por sete montadoras – três já concluíram e as demais deverão concluir até junho, avaliou o comportamento dos veículos que foram testados sob os seguintes aspectos: dirigibilidade, partida a frio e a quente, temperatura do catalisador, emissões e consumo de combustível, durabilidade em campo e testes de bancada. O documento foi entregue ao Governo Federal na semana passada e indica que não há alterações que sejam significativas nos resultados dos testes em comparação aos anteriores. “Com base nos ensaios realizados até o momento, não foram encontradas evidências que impeçam o uso da gasolina com 27,5% de etanol para os veículos aqui avaliados, desde que o combustível comercializado possua as mesmas características daquele enviado pela Petrobras para estes ensaios”, conclui a ANFAVEA, que complementa os estudos feitos pela Petrobrás/Cenpes....

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VENDAS DE CARROS CAEM

VENDAS DE CARROS CAEM

VENDAS DE CARROS CAEM 24,3% EM ABRIL Comparado a março, venda de automóveis e comerciais leves recuou 6,36% As vendas de automóveis e comerciais leves novos caíram 24,3% em abril, divulgou hoje (05) a Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Fenabrave). Comparado a março, as vendas caíram 6,36%. Nos quatro primeiros meses de 2015, as vendas de carros acumulam queda de 18,03%. O segmento de pesados foi o que apresentou pior desempenho nas vendas. Comparado a março, os emplacamentos de caminhões e ônibus caíram 10,96% e recuaram 42,64% no mesmo mês do ano passado. De acordo com a associação, os culpados pela queda do setor são o aumento de juros, o aumento da inflação, a queda do PIB, o desemprego, o endividamento das famílias brasileiras e a falta de confiança do consumidor. "Cerca de 250 concessionárias foram fechadas neste trimestre. Cerca de 12 mil empregos foram perdidos nestes quatro meses.Podemos chegar a 10% de lojas fechadas até o final de 2015", afirmou Alarico Assumpção Jr, presidente da Fenabrave. Previsão A previsão de vendas de veículos em 2015 sofreu mais uma revisão. A Fenabrave projeta nova retração de 18% para o segmento automóveis e comerciais leves. Em março, a entidade estimava recuo de 10%. Só para automóveis, a previsão da associação é de queda de 18,28% nas vendas neste ano. Para comerciais leves, recuo de 16,51%. Mais vendidos A Fenabrave também divulgou o ranking com os modelos mais vendidos de abril. Quem lidera a lista é o Fiat Palio, após emplacar 8.841 unidades. Em seguida, está o Chevrolet Onix (8.783 unidades) e o Hyundai HB20 (8.753 unidades). Veja o TOP 10: 1º Fiat Palio (8.841 unidades) 2º Chevrolet Onix (8.783 unidades) 3º Hyundai HB20 (8.753 unidades) 4º Fiat Strada (8.598 unidades) 5º Fiat Uno (8.011 unidades) 6º Ford Ká (7.845 unidades) 7º Volkswagen Gol (7.524 unidades) 8º Renault Sandero (7.238 unidades) 9º Chevrolet Prisma (5.770 unidades) 10º Toyota Corolla (5.760 unidades) Fonte: AutoEsporte...

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Segredo: Duster Renault

Segredo: Duster Renault

Segredo: Renault prepara Duster com sete lugares Nova geração do SUV terá nova plataforma e versão alongada para sete pessoas; Clio dá adeus em 2016 Fonte: QuatroRodas Emoticon smile A Renault está decidida a dar ao Duster uma versão de sete lugares. O desenvolvimento é parte de um pacote de ações previstas para o modelo, que virou o queridinho da marca, na matriz francesa. “De tanto sucesso que fez ao redor do mundo, o Duster ganhou status de modelo com importância estratégica para a empresa”, afirma uma fonte ligada à fábrica. Em razão disso, a Renault passou a dedicar atenção especial ao desenvolvimento da próxima geração do SUV, que ainda não tem uma data oficial para a estreia. “No Brasil, acho difícil que aconteça antes de 2017”, diz a fonte. Sobre o futuro Duster, a fonte explica que a carroceria terá, basicamente, as mesmas formas do modelo atual, mas com medidas mais generosas. A plataforma será nova, seguindo a tendência de arquitetura modular. Além da versão tradicional com 4,3 metros de comprimento, a Renault está projetando uma maior, para comportar uma carroceria com cerca de 4,5 metros de comprimento, graças a um entre-eixos alongado. Essa será a base do Duster de sete lugares, prevista para chegar pouco tempo depois da versão de cinco ocupantes – no máximo, diferença de um ano. Em relação ao estilo, para quem achou que o Duster 2016 incorporou elementos da picape conceitual Oroch, o New Duster terá ainda mais pontos de contato com o protótipo. Faróis e lanternas terão leds e a carroceria será contornada com molduras. Os planos da Renault no Brasil também incluem a aposentadoria do atual Clio, que nos dará adeus no fim de 2016. Para o seu lugar, a fábrica estuda a possibilidade de escalar o Renault Pulse, que nada mais é do que o March com emblema Renault. Falta saber se a Nissan vai topar. Outro passo na estratégia renovadora da marca será a aplicação do conceito downsizing em seus motores. Além de usar uma versão com tempero próprio do 1.0 três-cilindros da Nissan, a Renault criará um 1.2 turbinado baseado no atual 1.6 quatro cilindros. O 1.0 três-cilindros entra nos Renault a partir do ano que vem e o 1.2 turbo, em 2018 ou 2019. Este virá acompanhado de um câmbio automatizado e dupla embreagem....

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CONVOCAÇÃO: SANDERO E LOGAN

CONVOCAÇÃO: SANDERO E LOGAN

Montadora detectou falha no sistema de combustível que pode causar incêndio nos veículos. A Renault convocou nesta quarta-feira (6) um recall de 33.974 unidades dos modelos Sandero e Logan, sendo 15.521 do hatch e 18.453 do sedã. Todas as unidades são equipadas com motor 1.0 e têm ar-condicionado. A fabricação delas foi entre 1º outubro de 2013 e 10 de novembro de 2014. As unidades do Sandero têm chassis entre EJ776649 e FJ703048, enquanto as do Logan variam de EJ218750 a FJ698928 Segundo a montadora, a montagem incorreta do tubo de combustível permite que ele entre em contato com a mangueira do ar-condicionado, gerando risco de que o tubo de combustível se rompa. Assim, há risco de incêndio no compartimento do motor, causando danos materiais e lesões graves aos ocupantes. Para reparar o defeito, a Renault irá aplicar um componente de fixação ou substituir o tubo de combustível. Para isso, os consumidores devem entrar em contato com a empresa pelo seu site ou pelo telefone 0800 055 5615. Conforme previsto em lei, o reparo é gratuito. Legislação O Procon-SP orienta a todos os consumidores envolvidos em campanhas de chamamento a exigirem o comprovante de que o serviço de reparo tenha sido realizado. O documento deve ser conservado e repassado adiante em caso de venda. O direito ao reparo gratuito também é garantido aos proprietários de veículos que foram comercializados mais de uma vez. Os veículos que não atenderem ao recall e forem reparados em até 12 meses trarão a informação do não atendimento no campo "observações" do próximo Certificado de Registro e Licenciamento (CRLV), conforme determinado pela Portaria Conjunta nº 69 de 15/12/2010, da Secretaria de Direito Econômico e do Diretor do Departamento Nacional de Trânsito. Fonte: AutoEsporte...

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Conservação da pintura

Conservação da pintura

Para quem é apaixonado por carros, algumas dicas são indispensáveis para o cuidado com seu carro.  1- Lave sempre seu carro na sombra, evitando deixar o shampoo secar na lataria e enxaguando-o sempre; 2- Em hipótese alguma lave seu veículo com sabão em pó, utilize produtos destinados a esse tipo de limpeza, como shampoos neutros para veículos; 3- Seque bem o veículo, tirando todo o vestígio de água e sabão do mesmo; 4- Em determinadas situações evite deixar seu veículo em baixo de árvores, pois as seivas de árvores e sujeiras de passarinhos contém ácidos que se não retirados a tempo penetram na pintura fazendo com  que a mesma fique manchada para sempre. Quando não houver alternativa, limpe a sujeira o quanto antes com água totalmente e seu veículo não ficará manchado; 5- Mantenha seu veículo constantemente encerado, pois a cera, quando de boa qualidade, protege a pintura do seu veículo quanto a contaminantes, como seivas, sujeiras, poluição e as vezes até riscos, pois a pintura fica lisa e pode-se "expelir" o contato de algo com a lataria. 6- Procure manter seu veículo sempre limpo, pois quando alguém encosta em seu carro sujo, a sujeira contida na lataria faz com que se arranhe mais facilmente a pintura. Enfim, para você que é apaixonado por carro sempre temos soluções para deixá-lo mais bonito e brilhante....

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Dicas de conservação

Dicas de conservação

- Ar-condicionado: a pressão do gás refrigerante do ar-condicionado deve ser verificado a cada 20 mil quilômetros. Ligue o equipamento uma vez por semana para manter suas peças lubrificadas. - Arrefecimento: Verifique toda semana, com o motor frio, o nível do líquido no reservatório ligado ao radiador. Para completar o nível, use 2/3 de água filtrada e 1/3 de aditivo. Uma vez por ano, deve-se substituir todo o líquido de refrigeração e limpar o sistema numa oficina. - Bateria: Você deve verificar toda semana com o carro frio o nível de água. Trabalho dispensável para as baterias seladas, que não precisam de água. Para completar o nível, utilize somente água destilada. Nunca coloque qualquer outro tipo de líquido. Complete de forma que as placas de chumbo fiquem totalmente cobertas, mas sem transbordar. Mantenha os pólos limpos. Evite deixar as luzes acesas, ou o rádio funcionando com o motor desligado, pois pode descarregar a bateria. Ao instalar equipamentos que necessitem de muita energia, como rádio mais potente ou ar-condicionado, redimensione o sistema elétrico de maneira que ele suporte o aumento de energia. - Câmbio: O nível de óleo do câmbio precisa ser verificado aos 25 mil quilômetros. A troca completa deve ser realizada a cada 50 mil quilômetros, conforme recomendação do fabricante. Evite apoiar o pé sobre o pedal da embreagem, pois provoca desgaste das peças, como rolamentos e discos de embreagem. Manter o carro numa subida, usando o pedal da embreagem e do acelerador, aumenta o consumo de combustível e gasta o disco e platô. - Escapamento: O escapamento deve ser verificado a cada 20 mil quilômetros. Os fixadores e abraçadeiras devem ser revisados periodicamente. Lave a parte de baixo do carro somente com água e sabão neutro, para não ressecar as borrachas. - Freios: O primeiro ponto a observar é o nível do fluido de freio. Ele deve ser verificado todas as semanas e, se necessário, deverá ser completado com fluido da mesma marca. Recomenda-se a sua substituição anualmente. Se quando você pisa no pedal do freio, ele faz barulho, isso pode significar pastilhas gastas. Os discos estarão sendo arranhados. Verifique o estado das pastilhas a cada 10 mil quilômetros. As lonas devem ser trocadas entre 25 mil e 40 mil quilômetros. Nesse tempo, os tambores também devem ser checados. Não pise no freio de forma brusca, procure pisar progressivamente e com antecedência. Utilize os freios com uma marcha engatada, para evitar desgaste das pastilhas e discos. - Injeção eletrônica: A cada 40 mil quilômetros deve-se limpar os bicos da injeção eletrônica porque a sujeira presente no combustível pode entupir o sistema, aumentando o consumo e piorando o desempenho do motor. - Lubrificação: O nível de óleo deve ser verificado uma vez por semana com o carro frio. Ele precisa estar entre o mínimo e o máximo da vareta do medidor. Quando completar o nível, é importante usar o mesmo tipo e marca de óleo que estiver sendo usado no seu carro. A troca completa do óleo sintético deve se realizar no prazo recomendado pelo fabricante do produto, geralmente entre 20 mil e 25 mil quilômetros. Sempre que fizer essa troca, o filtro de óleo também deve ser substituído. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído depois de 10 mil quilômetros. - Motor: O filtro de combustível precisa ser trocado entre 10 mil e 20 mil quilômetros. Veja também as correias dentada, do alternador, da bomba dágua, da direção hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Elas devem ser substituídas entre 40 mil e 50 mil quilômetros. Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem ressecadas, trincadas ou folgadas. - Rodas e Pneus: O tipo dos pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual do proprietário. A cada duas semanas, ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do carro e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe. O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas. O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI impressas na lateral deles, são atingidas.  Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados. As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus. - Sistema elétrico: Fique atento na altura dos faróis alto e baixo. Mantenha-os sempre regulados. Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro de mesma amperagem. - Suspensão: Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros. Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem função. - Velas: Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas. Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas....

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Dicas de Manutenção

Dicas de Manutenção

Para que o motorista viaje com tranqüilidade e o carro em perfeitas condições, é importante manter o motor do veículo regulado, conforme recomendação do fabricante, e fazer revisões preventivas, além de minimizar o consumo de combustível e aumentar o desempenho do veículo, reduz a emissão de poluentes e preserva o meio ambiente. Confira na lista abaixo todos os itens vitais que devem ser verificados no veículo: - Cabos de Velas e Velas: são responsáveis pela boa queima do combustível interferindo diretamente no rendimento do veículo, bem como o consumo de combustível. É ideal verificar esses itens a cada 30.000 km. - Filtros de ar, óleo e combustível: Esses componentes são responsáveis pela retenção de impurezas que entram no motor, portanto tem uma vida útil baseada na quilometragem do veículo. Fique atento para que os períodos de troca não sejam ultrapassados. - Correias: A quebra da correia poderá causar até o empenamento das válvulas. - Limpeza de carburador ou sistema de injeção: caso haja algum impedimento nesse suprimento, o consumo de combustível e o rendimento do carro serão afetados. - O nível e a quilometragem do óleo do motor: Se o óleo estiver com o nível abaixo do especificado, ou ainda, se tiver passado a hora de trocar, existe uma grande probabilidade de ocorrer uma falha grave no motor. - O nível do fluido de freio: quando o nível estiver abaixo do normal pode indicar desgaste acentuado nas pastilhas e/ou lonas ou vazamento no sistema de freios. - Luz de advertência: quando uma das luzes de advertência acende no painel é sinal que algo não funciona bem. É necessário identificar o sistema correspondente à luz acesa com base no Manual do Proprietário e procurar um profissional especializado para solucionar o problema. - Trepidação do volante: é causada pela diferença de massas do conjunto pneu/roda. Isso indica a necessidade de um balanceamento das rodas. - Pneus: é importante verificar se os sulcos não estão muito rasos, pois nesse caso o risco de aquaplanagem é muito maior. O desgaste concentrado em um dos lados do pneu indica a necessidade de um alinhamento de direção. Outro fator importante é sempre calibrar os pneus conforme as especificações do manual de acordo com a carga que será transportada. - Fluido de Arrefecimento: é importante que o fluido esteja aditivado para proporcionar uma troca térmica eficiente e evitar a corrosão do sistema. Se o veículo possui ar-condicionado deve-se tomar um cuidado ainda maior, pois a solicitação térmica do sistema de arrefecimento nesse caso é maior. - Ar-condicionado: recomenda-se verificar as condições do sistema pelo menos uma vez por ano. Nessa verificação deve-se observar as pressões do sistema e checar se o mesma está baixando a temperatura interna do veículo a ponto de proporcionar conforto. - Palhetas do limpador de pára-brisas: as palhetas devem estar em boas condições para que a visibilidade não fique prejudicada em condição de chuva forte. - Luz de sinalização externa queimada: verificar as luzes de sinalização externa é uma obrigação diária, principalmente das luzes de freio e das setas, pois sem esses sinais o risco de um acidente é muito grande. Fonte - http://www.automeyer.com.br/ ...

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Segurança ao abastecer

Segurança ao abastecer

A determinação da ABNT, objetiva garantir a segurança no transporte do combustível e não oferecer riscos à população Muitos consumidores de Três Lagoas que tentaram comprar combustíveis para transportar em pequenos recipientes - como garrafas pet 2 litros ou galões - nos últimos dias, notaram que o fornecimento de gasolina, álcool e diesel que eram colocados e carregados neste tipo de embalagem foi interrompido por completo em todos os estabelecimentos comerciais do ramo. Tal proibição teria que ser cumprida desde 2008 pelos empresários do setor, que não se importaram nos últimos anos com qualquer tipo de fiscalização que poderia ser feita pelos órgãos competentes quanto à nova legislação. A norma técnica da ABNT NBR 15.594-1 proíbe a venda de combustível em saquinho plástico, galão sem procedência ou garrafa Pet. O motivo é da suspensão é que os recipientes comumente usados pelos consumidores não são aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) que presa a total segurança do consumidor. NORMAS A SEREM CUMPRIDAS MOTOS No caso das motocicletas, por exemplo, a norma define que o abastecimento desse tipo de veículo deve ser feito sem pessoas sentadas, com vazão lenta, sem auxílio do funil e mantendo o contato entre o bico e o bocal durante o abastecimento. RECIPIENTES PEQUENOS Já para as situações em que o consumidor vem em busca de combustível para sanar uma pane seca no veículo, a venda de gasolina, etanol ou diesel fora do tanque só pode ser feita utilizando-se recipientes metálicos ou não metálicos, rígidos, certificados e fabricados para este fim e que permitam o escoamento da eletricidade estática gerada durante o abastecimento. Os nãos metálicos devem ter capacidade máxima de 50 litros e atender aos regulamentos municipais, estaduais ou federais. O abastecimento deve acontecer com o recipiente fora do veículo e apoiado sobre o piso, sendo o bico embutido ao máximo possível dentro dele. Ainda segundo a norma, para evitar que aconteça transbordamento no caso de dilatação do produto, os recipientes devem ser abastecidos em até 95% de sua capacidade. EMBARCAÇÕES E MAQUINÁRIOS Já o abastecimento de embarcações ou maquinários, que utilizam volumes superiores a 50 litros, deve ser feito em recipientes metálicos, certificados pelo Inmetro. Nesse caso, ele pode acontecer sobre a carroceria de um veículo, desde que a continuidade elétrica do aterramento seja garantida durante o abastecimento por meio do mínimo contato do bico com o recipiente. PROCON/TL A diretora do órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) de Três Lagoas iniciou as fiscalizações em postos de gasolina da Cidade nos últimos dias e notou que nenhum comerciante está infringindo a nova norma técnica da ABNT e que a proibição está sendo feita rigorosamente nos locais de abastecimentos. Se caso o estabelecimento for flagrado vendendo de forma inadequada o combustível, o PROCON estará notificando o dono do posto e em seguida será dado o prazo legal para recorrer da notificação. O valor da multa variará de acordo com cada estabelecimento e os crimes praticados por ele. Fonte: http://www.radiocacula.com.br/...

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Punição por falta de extintor

Punição por falta de extintor

Produtores dizem que oferta estará normalizada antes de 1º de abril. Punição por falta de extintor tipo ABC foi adiada em janeiro. Restando apenas 2 meses para a volta da multa para falta de extintor do tipo ABC para carros, prevista para 1º de abril próximo, o equipamento para segurança ainda está em falta em diversas regiões do Brasil. No início do ano, começou a valer a punição para carros que circulem sem o extintor ABC, o que era previsto em uma resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) de 2000. O risco de levar multa de R$ 127,69, mais cinco pontos na carteira e retenção do veículo até a regularização procovou uma "corrida" a lojas e postos e os extintores se tornaram raridade. Por causa da dificuldade de se encontrar o produto, o Ministério das Cidades, ao qual o Denatran está ligado, decidiu adiar a punição por 3 meses. Mas ainda não houve tempo suficiente para a reposição. O que dizem os fabricantes Na última sexta-feira (30), o G1 consultou 12 lojas em 5 estados e a maioria respondeu que não tinha extintor ABC para venda; outras afirmaram que há poucas unidades disponíveis. A indústria, no entanto, diz que a oferta será normalizada antes da volta da multa. “No período de festas, a produção contou com um número menor de dias úteis. Os fabricantes já trabalham em carga total novamente, e acreditam que oferta e demanda estarão normalizadas em todo o país bem antes do final do prazo extra”, afirmou a Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos contra Incêndios e Cilindros de Alta Pressão, em comunicado. “O que aconteceu é que a demanda que deveria ser distribuída em 1 ano foi exigida em um mês”, explicou Roberta Godoy, gerente de marketing da Kidde, uma das principais fabricantes internacionais de extintores e que também atua no Brasil. “A indústria se preparou para atender a uma procura maior quando da entrada em vigor da legislação, mas não pode fazer estoques, pois os extintores devem ser vendidos com sua validade total, de 5 anos”, completou a Abiex. “Tivemos de contratar mais gente e aumentamos a produção. Mas muitos fornecedores não estão conseguindo entregar os materiais, o que impede de chegarmos ao máximo de fabricação”, afirma Francisco de Oliveira, sócio e diretor da Extimpel, empresa brasileira de extintores localizada no Paraná. Os constantes adiamentos da lei também fizeram com que os revendedores ficassem desconfiados em relação à sua efetividade. “Muitas empresas quase faliram quando a exigência foi adiada da outra vez”, argumentou Rômulo Müller Ribas, gerente da Getel, loja especializada em extintores. A exigência inicial para o extintor ABC em veículos novos começaria em 2005, mas foi derrubada por liminar, só voltando a vigorar 4 anos depois, com previsão de início de multas neste ano. Para 2005, também estava previsto que todos os extintores antigos, do tipo BC, deveriam ser substituídos pelo ABC quando vencessem. Esta exigência também foi suspensa pela liminar e, em 2009, foi fixado que a obrigatoriedade do novo extintor deveria começar em 1º de janeiro de 2015. Quem precisa trocar? O extintor ABC, que combate incêndio em um maior número de materiais que o antigo, começou a equipar carros mais novos a partir de 2009. “Existem pessoas que não precisavam trocar o extintor e acabaram trocando. Quem tem carro produzido depois do 2º semestre de 2010 não precisa trocar. Muita gente com carro 2015, 2014 trocou”, destacou Roberta Godoy, da Kidde. “Em algumas regiões o estoque acabou porque não houve uma divulgação adequada para a troca do extintor”, afirmou a gerente. Mas, ao verificar qual o tipo de extintor de seu carro, muita gente acabou percebendo que, embora fosse do tipo exigido, o extintor estava vencido, o que também é uma infração e aumentou a procura pelo produto. As vendas aumentaram até 10 vezes em algumas regiões. “Nossos pontos de venda chegavam a vender no máximo cerca de 50 unidades por mês. Mas, no começo do ano, alguns lugares atingiram 700 peças”, relatou Francisco de Oliveira, da Extinpel, no Paraná. No início do ano, o produto custava entre R$ 70 e R$ 100 - as lojas continuam citando essa faixa de preço. Produção mensal de 1,5 milhão Apesar de afirmarem que houve aumento de produção, os principais fabricantes de extintores ABC para veículos, Resil e Kidde, não divulgam os números atuais. Questionada pelo G1, a Abiex também se recusou a informar quantas peças são feitas no país. Considerada de porte médio, a Extinpel teve de aumentar em 3 vezes a produção, chegando a 60 mil unidades mensais. “Com a nova demanda, a produção nacional deve chegar a 1,5 milhão de unidades mensais”, estimou o diretor Oliveira. “De acordo com uma pesquisa feita em minha empresa, o mercado deve se manter aquecido até 2022. Além das pessoas que precisam trocar o novo pelo velho, muita gente terá de trocar o extintor ABC que já estiver vencido.” A mudança na lei ocorreu porque o extintor antigo, do tipo BC, é recomendado para materiais como líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos. O ABC, além destes, também é capaz de combater incêndios em madeira e tecidos, materiais comuns em carros....

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Sua chance de comprar

Sua chance de comprar

A impressão que a maioria das pessoas têm — especialmente aquelas que não manjam muito de carros — é que qualquer Ferrari é o carro mais rápido, exótico e caro que alguém pode comprar. Não é mentira (a LaFerrari é, sem dúvida, um dos carros mais rápidos do planeta), mas também não é 100% verdade, afinal nem toda Ferrari custa milhões e milhões. As duas 308 de hoje, por exemplo, custam pouco mais que um Camaro SS 0km — e são duas Ferrari clássicas e muito bem cuidadas. São duas Ferrari 308: uma GTB 1978 e uma GTSi 1982 Lançada em 1975, a 308 foi uma das primeiras Ferrari de dois lugares com motor V8 em posição central-traseira  A partir de 1980 a Ferrari adotou o sistema de injeção mecânica Bosch K-Jetronic, o que implicou na adição da letra “i” ao nome do carro. É o caso da 308 GTSi, fabricada em 1982. O sistema de injeção acabou reduzindo a potência do motor, que passou a 216 cv na versão de 16 válvulas. Em 1982 foram adotados cabeçotes de 32 válvulas, ou quatro válvulas por cilindro, e a potência voltou a crescer para cerca de 240 cv. ...

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Notícia Paulão.

Notícia Paulão.

Governo deverá manter em 25% teor de etanol apenas em gasolina premium Medida forçaria proprietários de carros com motores à gasolina a abastecerem somente com gasolina de alta octanagem, que já passa de R$ 4 nos postos A presidente Dilma decidirá nos próximos dias se o teor de etanol na gasolina subirá para os 27,5% já previsíveis ou para 27%, como acordado em uma reunião na tarde deste segunda-feira (02) sob a coordenação do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e com a presença de membros de outros ministérios, a Anfavea e o setor sucroalcooleiro.  De acordo com Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, a proposta será encaminhada para decisão da presidência: “A proposta conjunta é de que a partir de 16 de fevereiro a gasolina comum contenha 27% de etanol, enquanto a premium permanece inalterada, ou seja, com 25% de etanol. O teor de 27% e não de 27,5% é uma ação de defesa ao consumidor, uma vez que as provetas de verificação de qualidade instaladas nas bombas de combustível não permitem leitura de número fracionado. A decisão de manter a gasolina premium inalterada se deve a não conclusão dos testes de durabilidade e, portanto, a Anfavea recomenda que os veículos com motor movidos à gasolina utilizem a premium. Agora, a proposta será encaminhada para decisão da Presidência da República”. Segundo Moan, a Anfavea acrescenta que nos veículos flex a gasolina com teor elevado de etanol pode ser utilizada. O problema maior seria os motores que funcionam apenas com gasolina, como os da maioria dos carros importados e dos veículos mais antigos. Esses motores, que não são bicombustíveis, perderiam eficiência e poderiam trazer grande prejuízo ao consumidor caso fossem alimentados com gasolina comum com 27% de etanol ou mais. Por isso, ficou acordado que a gasolina premium de alta octanagem, que já é indicada para carros importados, manteria os atuais 25% de etanol para preservar os motores à gasolina. Um dos entraves é o preço da gasolina premium, que em muitos postos já passa dos R$ 4. O Ministério da Casa Civil informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o governo só indicará o tipo de combustível que os motores poderão utilizar após a assinatura da presidente. Fonte: Portal Vrum...

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PROMOÇÃO RELÂMPAGO PAULÃO AUTO

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Valido somente hoje.Aproveite !!! A promoção funciona assim. Na compra dos 4 Pneus (descritos no banner) cada Pneu sai com um preço Promocional. Venha conferir. Ficamos na Via: Conselheiro Antônio Prado, 277 - Pereira - Barretos - SP...

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Pneu furado

Pneu furado

Todo mundo sabe que a melhor maneira de evitar pneu furado é tê-lo em boas condições e calibrado. Não se esqueça do estepe: muita gente deixa inclusive de calibrá-lo. Faça a verificação no mínimo uma vez por mês e antes de cada viagem. Sintomas e dicas Pneus carecas, com desgastes irregulares ou bolhas são mais suscetíveis a perfurações e cortes. Não rode nas extremidades das pistas, próximo ao acostamento. Esse é o local onde a sujeira fica acumulada, “berço” de pregos e parafusos. Em estradas mal conservadas, o ideal é diminuir a velocidade para conseguir passar pelos buracos. Se você estiver em alta velocidade é melhor perder o pneu e amassar a roda, pois manobras bruscas poderão causar um acidente ainda pior. Vale um alerta importante: muitas pessoas morrem ao trocar um simples pneu na estrada, na maioria das vezes por estacionar o carro muito próximo da pista ou até mesmo por não posicionar o triângulo a uma distância adequada. O Conselho Nacional de Trânsito fala em no mínimo em 30 metros; minha indicação é posicionar o triângulo a 100 m de distância. Explico: a uma velocidade de 100km/h, um veículo percorrerá estes mesmos 100 m em pouco mais de três segundos, portanto, quanto maior a velocidade do trecho, maior deverá ser a distância. Se você é “marinheiro de primeira viagem”, sugiro que experimente trocar o pneu em sua garagem. Além de se entender com o macaco e a chave de roda, evitará surpresas com o equipamento na estrada. Venha fazer uma visita no Paulão e Faça um orçamento antes de sair viajando. Prevenir sempre é melhor do que remediar....

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Aumento do percentual de etano

Aumento do percentual de etano

Maior proporção de etanol da gasolina poderá provocar diversos problemas nos veículos importados e nacionais fabricados antes de 1980 Mesmo com o adiamento para fevereiro, dá pra dizer que o aumento do percentual do etanol na gasolina de 25% para 27,5% é quase certo, já que a medida beneficia tanto os produtores desse combustível quanto a Petrobras, que precisará importar menos o combustível derivado do petróleo. Outro indicativo de que a intenção de implementar a medida é imensa está no fato de a Lei 13.033, de 24 de setembro de 2014, ter sido sancionada sem que qualquer teste de viabilidade técnica tenha sido feito anteriormente. [SAIBAMAIS]Os estudos de viabilidade técnica e durabilidade ficaram a cargo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes). De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), esses estudos já estão concluídos e foram entregues aos participantes do grupo de trabalho que analisa a viabilidade da alteração do percentual de mistura de etanol anidro à gasolina. Ainda segundo o MME, a decisão sobre uma eventual alteração no percentual de mistura não tem prazo para ocorrer. Quanto aos resultados do estudo efetuado pelo Cenpes, o MME garante que, em todas as situações avaliadas, a nova mistura não comprometeu nem o funcionamento nem os níveis de emissões. Os testes foram efetuados em veículos exclusivamente a gasolina, de diversas anos de fabricação e tecnologias, importados e de fabricação nacional. Também foram testadas motocicletas movidas a gasolina, produzidas por mais de um fabricante, de diversas anos de fabricação e tecnologias. Ao todo, foram testados nove veículos, além de outros quatro solicitados adicionalmente pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e mais sete motocicletas. Na última reunião em que o assunto foi tratado, com representantes do governo (Casa Civil e Ministério de Minas e Energia) e do Fórum Nacional Sucroenergético (que representa os produtores de etanol), a Anfavea pediu que fossem feitas mais análises do efeito do “novo” combustível em veículos importados. Apesar disso, a Anfavea preferiu não comentar os resultados dos testes antes da conclusão. A associação afirma que está participando ativamente dos testes de durabilidade.  IMPACTO Mas qual é o impacto desse aumento de etanol no motor do seu carro? De acordo com Henrique Pereira, da Comissão Técnica de Motores Ciclo Otto da SAE, os carros flex não serão afetados, “a não ser pelo fato de estar pagando por gasolina e levando ainda mais etanol”. Segundo o engenheiro, o máximo que pode acontecer é um aumento no consumo na ordem de 1,5%. “Pode parecer pouco, mas no fim de um ano, dependendo do modelo e da quilometragem percorrida, pode ser um gasto significativo”, avalia. Mauricio Assumpção Trielli, professor de Engenharia Mecânica do Centro Universitário FEI e especialista em motores e combustíveis, analisa o impacto dessa mudança quanto às emissões: “Você vai ver uma diminuição do monóxido de carbono, mas um aumento dos aldeídos”. VELHINHOS Já os veículos movidos apenas a gasolina podem “sentir” essa mudança. Como praticamente todos os modelos produzidos no Brasil atualmente são flex, temos dois perfis de carros inclusos nessa turma: os veículos mais velhos e os importados. De acordo com Edson Orikassa, da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, existem basicamente duas preocupações a respeito do aumento do percentual de etanol na gasolina. O primeiro, de ordem química, pode afetar os veículos mais velhinhos, que é o “ataque” aos polímeros que entram em contato com o combustível, presente nas vedações, mangueiras, tubos e no próprio tanque. Isso poderia causar até vazamento de combustível. Para Trielli, os velhinhos que mais podem sentir os efeitos do acréscimo de etanol nos materiais que ficam em contato com o combustível são os fabricados antes de 1980. Na opinião de Orikassa, a variação no percentual da mistura não exigiria uma nova regulagem no carburador. Porém, Pereira e Trielli acreditam que o carburador vai exigir uma nova regulagem. IMPORTADOS O segundo problema, segundo Orikassa, seria a mudança na performance do motor, preocupação maior entre os importados. Ele explica que, até mesmo por questão de exportação, existe no mundo uma tendência a ter veículos preparados para a mistura de etanol na gasolina. De acordo com o engenheiro, na parte de materiais, as especificações usadas lá fora permitem contato com esse tipo de combustível sem maiores problemas. Mas, quanto ao software, mesmo em mercados onde a gasolina é pura, os veículos não “estranham” misturas de aproximadamente 10%. “Mas 27,5% seria demais para esses veículos, razão pela qual eles precisam ser adaptados para rodar aqui”, explica Orikassa. Segundo o engenheiro, mesmo adaptados, os importados podem apresentar problemas como a oscilação da marcha lenta, aceleração insuficiente, desligamento do motor ou entrar em modo de emergência caso o software não processe bem essa mistura. Já Trielli esboça maior preocupação quanto à deformação dos materiais do que o funcionamento do motor. Fonte: www.Vrum.com.br...

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Dicas de Viagem

Dicas de Viagem

A parte elétrica de um automóvel é muito complexa, é necessário ter conhecimento técnico e ferramentas especiais para, por exemplo, prever problemas com um alternador ou uma bomba de combustível. Sintomas e dicas Porém, fique atento a sinais como dificuldade para fazer o carro pegar, queda na intensidade das luzes de cortesia ao dar a partida e odômetro apagado. Um simples exame da bateria começa com a observação dos bornes (pólos positivo e negativo): veja se há vazamento de ácido, que deixa um pó esbranquiçado. Algumas baterias possuem um visor que indica a condição de carga. Se ele estiver na cor verde, significa que está em boas condições; um visor preto indica que está sem carga. Neste caso, é importante verificar se o alternador está funcionando corretamente antes de substituir a bateria. teste do alternador (na foto ao lado) precisa ser feito pelo mecânico, que vai se valer do auxílio de um multímetro. Na medição da voltagem entre os bornes da bateria, com o motor em funcionamento, a tensão deverá estar entre 13,5 e 14,4 V. Em casa, é possível conferir o estado da correia do alternador, que costuma ser responsável pela maioria dos problemas elétricos. Verifique se ela está desfiando ou com a borracha quebradiça. Mesmo com o carro parado e com o motor em marcha lenta, equipamentos elétricos e acessórios originais de fábrica, teoricamente, são suportados pelo alternador e bateria. Se você “tunou” seu carro com módulos de potência, luzes auxiliares e DVDs, por exemplo, sem redimensionar alternador e bateria, poderá ficar na mão, principalmente quando o veículo estiver parado em marcha lenta com todos os equipamentos ligados simultaneamente....

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Nova geração do Mini John

Nova geração do Mini John

Mini John Cooper Works estreia no Salão de Detroit, em janeiro. Modelo tem mais potência e acertos que privilegiam o desempenho. A Mini anunciou nesta sexta-feira (19) que levará ao Salão de Detroit, no começo de janeiro, a estreia mundial da nova geração John Cooper Works - assinatura dos modelos mais esportivos e agressivos da marca que faz parte do Grupo BMW. A fabricante não divulgou detalhes técnicos da versão que faltava na nova gama, que ganhou pela primeira vez na história um modelo 4 portas. No entanto, a linha John Cooper Works é caracterizada, principalmente, por ganho de potência no motor turbo de 4 cilindros e acertos de suspensão e freios que privilegiam o desempenho. Pela imagem divulgada é possível perceber que o modelo da nova geração manterá as saídas de ar frontais e rodas com desenho exclusivo. Atualmente, as versões mais "apimentadas" do Mini estão disponíveis no Brasil nas carrocerias Cabrio, Coupé, Roadster, Countryman e Paceman, por preços entre R$ 146.950 e R$ 166.950....

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Extintor ABC será obrigatório

Extintor ABC será obrigatório

Entra em vigor Resolução do Contran que exige instalação do equipamento, a partir de janeiro. Não cumprimento é infração grave e gera multa de R$ 172,69 Entra em vigor no próximo 1º de janeiro de 2015 artigo da Resolução nº 333 do Conselho Nacional do Trânsito (Contran) que torna obrigatório para todos os veículos o uso do extintor de incêndio do tipo ABC. Motoristas flagrados sem o equipamento cometem infração grave, com cinco pontos na carteira e multa de R$ 172,69. O veículo ficará retido até que a situação seja regularizada. Todos os veículos fabricados a partir de 2005 já vinham com o extintor ABC de série. Contudo, os modelos anteriores a 2004 poderiam ainda utilizar o tipo BC, que é mais barato. Em 06 de novembro de 2009 foi publicada a Resolução nº 333 que alterou detalhes do assunto. Na época, estava permitido o uso do extintor de pó BC até o vencimento da validade do teste hidrostático. Contudo, fixou em 1º de janeiro de 2015 a obrigatoriedade do tipo ABC para todos os veículos. O equipamento é obrigatório para automóveis, utilitários, caminhonetes, caminhões, triciclo automotor de cabine fechada, ônibus, veículos de transporte inflamável e reboques com carga acima de 6 toneladas. O peso do extintor varia de 1kg a 6kg de acordo com o tamanho do veículo. O extintor ABC possui múltipla atuação sobre o incêndio, isolando materiais combustíveis (Classe A), além de combater líquidos inflamáveis (classe B) e fogo nos equipamentos elétricos (classe C). O extintor BC atuava apenas nos dois últimos itens. A carga do extintor ABC tem duração de cinco anos. Além da obrigação de possuir o item, também estará sujeito às mesmas penalidades o motorista flagrado no caso de extintores vencidos, violados ou vazios.  Atenção na pegadinha Em alguns postos de gasolina e lojas de troca de óleo é comum vendedores conferirem a validade do extintor e oferecerem um novo equipamento. Se o preço estiver muito baixo desconfie: pode ser o modelo BC, que só pode ser utilizado até 31 de dezembro de 2014. Mesmo que a validade esteja para além de 2015, o motorista pode ser autuado pela autoridade de trânsito no próximo ano. Compre sempre o tipo ABC, que deve possuir a indicação expressa no cilindro. Fonte:www.vrum.com.br...

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Atualização para Android Auto

Atualização para Android Auto

Atualização para o Android Auto dispensaria necessidade de smartphone. Google não forneceu prazo para instalar Android em automóveis. O Google está preparando terreno para uma versão do sistema operacional Android que vem instalada dentro dos carros, dizem fontes ouvidas pela Reuters, o que permitiria aos motoristas desfrutar de todos os benefícios da internet sem precisar usar seus smartphones. A medida é um avanço importante sobre o software atual do Android Auto, que vem com a versão mais recente do sistema para smartphones e exige um telefone conectado para acessar streaming de músicas, mapas e outros aplicativos. Os primeiros desses veículos serão lançados em 2015. O Google, no entanto, não forneceu detalhes ou um prazo para o seu plano a longo prazo de instalar o Android Auto diretamente em carros. A empresa pretende fazer isso quando lançar o próximo Android, codinome Android M, que é esperado para daqui a 1 ano, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto. A empresa planeja agora a fazê-lo quando se desenrola a próxima versão do seu sistema operacional, chamado Android M, esperado em um ano mais ou menos, duas pessoas com conhecimento do assunto disse. As fontes não quiseram se identificar porque não estão autorizadas a discutir esses planos publicamente. "Isso fornece uma estrutura muito mais forte para o Google realmente se tornar parte de um veículo, ao invés de um complemento", diz Thilo Koslowski, vice-presidente e consultor da empresa de pesquisa Gartner, que afirma que não tem conhecimento dos planos mais recentes do Google na área. Em caso de sucesso, o Android se tornaria o sistema padrão por trás das funções de entretenimento e navegação de um automóvel, consolidando a posição do Google em um novo mercado onde ele está competindo com a arquirrival Apple. O Google também poderia acessar os dados recolhidos por um veículo. A integração direta com carros assegura que os motoristas irão usar os serviços do Google a cada vez que o automóvel for ligado, sem precisar ligar o smartphone. Isso poderia permitir que o Google fizesse mais uso da câmera do carro, seus sensores, medidor de combustível e conexões de internet que já vem com alguns modelos de veículos mais recentes. Analistas dizem que o plano do Google pode enfrentar vários desafios técnicos e de negócios, o que inclui convencer as montadoras a integrar esses serviços com tanta força a seus veículos. O Google se recusou a comentar. Empresas de tecnologia estão correndo para projetar eletrodomésticos, relógios e outros aparelhos que se conectam à internet. Os automóveis são uma perspectiva particularmente atraente porque os norte-americanos gastam cerca de 50 minutos por dia, em média, em seu trajeto, de acordo com dados do Censo dos Estados Unidos. A Apple revelou seu software CarPlay em março e o Google assinou com dezenas de empresas, incluindo a Hyundai, General Motors e Nissan, para sua aliança automotiva e o produto Android Auto. Tanto Android Auto e CarPlay projetam seus aplicativos de smartphones para a tela do carro. Espera-se que muitos dos primeiros modelos compatíveis estejam em exibição na feira Consumer Electronics Show (CES) 2015, em Las Vegas, em janeiro. Ao embutir o Android em um carro, os serviços do Google não estariam sob o risco de serem desligados quando a bateria de um smartphone acabar, por exemplo. "Dessa forma, eles estão sempre ligados", diz uma das fontes, referindo-se a versão acoplada do Android Auto. "Você não precisa depender de seu telefone estar ligado". Ao tratar de componentes de carro, o Google também pode obter informações valiosas para alimentar seu modelo de negócio sedento por dados. "ELe pode ter acesso à localização GPS, onde você para, para onde você viaja todos os dias, sua velocidade, o nível de combustível, onde você estaciona para abastecer", uma das fontes disse. Mas a fonte observou que o Android precisaria de grandes melhorias de desempenho e estabilidade para que as fabricantes de automóveis o adotassem. Em particular, o Android Auto precisaria ligar instantaneamente quando o motorista der ignição no carro, ao invés de ter de esperar mais de 30 segundos, como acontece com muitos smartphones. As fabricantes de automóveis também podem estar cautelosas em dar ao Google acesso a componentes do carro que poderiam suscitar preocupações de segurança e responsabilidade, além de ficar relutantes em dar ao Google um lugar tão nobre em seus veículos. "As montadoras querem manter seu apelo de marca e diferenciação", disse Mark Boyadjis, analista da empresa de pesquisa IHS Automotive. "As montadoras não querem ter uma situação onde você entra em qualquer veículo e é a mesma experiência onde quer que vá"....

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Cuidados para pegar estrada

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De carro ou de moto, assista a vídeos e leia orientações para sua viagem. Se a jornada só começa na semana que vem, há tempo de checar itens. Não esqueça de revisar seu veiculo no Paulão Auto Center no endereço - Via: Conselheiro Antônio Prado, 277 - Pereira - Barretos ou agende pelo telefone (17) 3324-5874 . Só em São Paulo, 1,6 milhão de veículos devem deixar a cidade no Natal e 1,45 milhão, no Ano Novo. O G1 reuniu dicas para quem pegará a estrada já nesta sexta (19) e para quem vai viajar nos próximos dias ou mesmo em janeiro, nas férias, de carro ou de moto. Conheça 4 maiores razões de o carro parar na estrada e como evitá-las Os quatro principais problemas que levam carros a ficarem parados na estrada são: superaquecimento do motor, pane elétrica, pneu furado e pane seca (falta de combustível), segundo concessionárias que administram as principais rodovias do país. s administradoras dizem que as panes ocorrem mais em trechos de serra, com subidas contínuas de 10 a 20 km, que exigem muito do carro. Se o seu veículo já apresenta algum sinal de que algo não vai bem, não arrisque. Veja abaixo que "sintomas" podem ser percebidos pelo motorista, para evitar esses defeitos mais frequentes. Superaquecimento do motor O superaquecimento exige uma atenção especial, pois, além de interromper a viagem, pode resultar em gastos de até R$ 4 mil, para retificar um motor travado. Todo motor tem uma temperatura ideal de trabalho que, na maioria dos carros, está em torno dos 92 graus. Como o motor gera muito mais calor do que precisa, é necessário retirar este excesso e quem faz este trabalho é o sistema de arrefecimento. Instalado em todos os carros, ele utiliza a circulação de água com um aditivo para capturar o calor “extra” do motor e dissipá-lo através do radiador. O superaquecimento acontece quando a água não circula ou não consegue ser resfriada satisfatoriamente pelo radiador, causando um aquecimento excessivo do motor. A junta do cabeçote acaba queimando. Sintomas e dicas Para fazer um check-up no sistema é necessário conhecimento técnico, mas alguns aspectos podem ser percebidos pelo motorista. Veja abaixo: 1) O mais óbvio: se o ponteiro de temperatura do painel de instrumentos tem chegado próximo do “vermelho”, é um alerta de que o sistema precisa de reparos; 2) Completar o nível de água do motor com frequência é outro sinal de que algo não vai bem, pode haver um vazamento de água no sistema. Os grandes vazamentos podem ser identificados através de poças no chão da garagem. Porém, pequenos vazamentos podem ocorrer quando o motor está superaquecido e, neste caso, a água escapará na forma de vapor através da tampa do reservatório de abastecimento (tecnicamente chamada de tampa do reservatório de expansão). Poucas pessoas sabem, mas esta tampa, geralmente de cor amarela (veja na foto acima) também acumula a função de uma válvula de alívio de pressão. Ela funciona exatamente como a válvula de uma panela: quando a pressão aumenta muito, é por ela que o vapor do sistema sai, sem deixar vestígio no chão. 3) Manchas de cor vermelha ou verde (coloração dos aditivos) sobre o reservatório de água no radiador (veja ao lado) ou nas extremidades das mangueiras também são sinais de vazamento. 4) Mangueiras d’água estufadas demonstram que a pressão interna do sistema está acima do normal, um forte indicador de que a água não está circulando. Quando ela não circula corretamente, há formação de vapor, que acaba provocando o inchaço das mangueiras. Vários fatores podem prejudicar a circulação de água pelo sistema; estatisticamente, a válvula termostática travada e/ou a bomba d’água danificada são os principais causadores do problema. Completando a água Se for completar o nível de água, procure fazê-lo sempre com o motor frio e use, de preferência, água destilada, pois água de torneira contém cloro, que acaba por corroer as diversas peças metálicas que compõem o sistema. É imprescindível a utilização do aditivo; para a reposição dele, consulte no manual do proprietário qual é a especificação técnica recomendada pela montadora, bem como a proporção correta. Aditivos não apropriados podem causar problemas no médio prazo. Vale lembrar que se usar, por exemplo, uma garrafa plástica de 2 litros e já tiver despejado quase toda a mistura, mas ainda não atingiu a metade do nível do reservatório, termine de colocar o líquido e leve o carro ao mecânico. Quando é o caso de colocar muita água, é preciso fazer a chamada sangria do sistema (processo de retirada de bolhas de ar), bem como os testes para se certificar de que o problema foi sanado. Fonte: G1...

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Projeto para permitir comércio de carros no país movidos a óleo diesel é vetado Havia um projeto que estava transitando na Câmara dos depurados desde 2011, esse projeto permitia o comercio de carros de passeio movidos a óleo diesel. Porém, o projeto foi vetado com o argumento de que a autorização do uso iria contra a tentativa de limpar o meio ambiente. O engraçado é que no restante do mundo,esses motores são visto como mais ecológicos, sendo mais limpo e emite menos gases nocivos e as partículas são tratadas antes de saírem pelo escapamento.Não só isso, como o próprio Brasil também investe no biodiesel, alem de toda essa vantagem é renovável....

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Precisou de Guincho ?! Paulão Auto Center tem Guincho 24 hrs. Ligue para (17) 8135-1465....

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Aquaplanagem

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Este vídeo foi visualizado mais de 16 mil vezes no youtube, virou um viral, mas ele chama a atenção pelo fato do Mazda RX8 inusitadamente sair da pista e bater em uma placa de sinalização. Entre os comentários do vídeo, a pergunta mais evidente foi como um carro de alta tecnologia consegue desgrudar tão facilmente do chão ?  E nós temos a resposta  No vídeo podemos ver o carro perdendo o controle facilmente em uma pista molhada e em alta velocidade, esse ocorrido nós chamamos de aquaplanagem, que é quando o pneu do carro perde o contato com o chão ao passar sobre uma película de água ou lama. Esse ocorrido é mais comum em rodovias planas e bem pavimentadas e quando o veiculo se desloca em alta velocidade ( nesse caso o motorista estava a 110 km/h ).  No Brasil em 2016, todo o pneu deverá trazer as informações como eficiência, aderência em piso molhado e nível de ruído. As fabricantes estão investindo pesado e com isso quem ganha é o consumidor....

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Ford apresenta nova versão do Mustang Shelby GT350 Um verdadeiro clássico entre os esportivos está de volta. Preparado para as pistas, Shelby GT350 tem motor V8 5.2 de 500 cavalos. Puro-sangue americano evoca o clássico de 1965. Esportivo chega ao Brasil em 2016. O modelo faz referência à ideia original do primeiro Shelby GT350 lançado em 1965: um veículo projetado para as pistas, mas que pode ser utilizado no dia a dia nas ruas. As duas clássicas faixas cortam o carro verticalmente e identificam a versão, além do belo emblema da Cobra Naja na grade do motor, tampa do porta-malas e no volante....

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Vamos passar por um momento Nostálgico e lembrar da infância de muitos que curtiram a pagina.  A mais fiel réplica do DeLorean já feita, com todas as funcionalidades (de aparência) vistas no filme, incluindo capacitor de fluxo animado e relógio com seletor de "destino" (dia/mês/ano). O proprietário também é dono de um site de vendas de kits de modificação para DeLoreans...

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É hora do duelo !!!  No Duelo de hoje, vamos colocar no ringue , os dois maiores nomes em termos de carro. A Lamborguhini Veneno Roadster X Bugatti Vayron  Descrição do Duelo  Lamborghini Veneno Roadster  País de origem: Itália  Preço: US$ 4,5 milhões (R$ 10,5 milhões, de acordo com a cotação do Banco Central do Brasil do dia 26 de dezembro de 2013) Motor: 750 cavalos de potência e atinge 100 km/h em 2,9 segundos A montadora planeja construir apenas nove unidades do modelo em 2014. Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport Vitesse  País de origem: França Preço: US$ 2,5 milhões (R$ 5,8 milhões) Motor: 1.200 cavalos de potência e atinge 100 km/h em 2,6 segundos. A Bugatti diz que o seu carro é o mais rápido do mundo, sendo que durante um teste em abril, o modelo atingiu 410 km/h. De a sua opinião no comentário. É hora do DUELO !!!...

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Final de Semana chegou e nada melhor do que colocar o pé na estrada. Mas antes, não se esqueça de fazer a revisão do seu carro. Bora viajar !!! ...

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Conheça um pouco do novo serviço de funilaria do Paulão Auto Center. Além de contar com uma ampla infraestrutura e equipamentos de ponta, o Paulão Auto Center possui profissionais treinados e qualificados para entregar o melhor serviço em seu veículo...

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Como transportar crianças

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Lei exige uso de cadeirinhas e outros dispositivos para carros, mas não obriga os mesmos em táxis e ônibus. Exceções colocam pequenos e crianças em risco  A publicação da Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em 2008, foi considerada um grande avanço, já que desde a edição do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em 1997 (vigorando a partir de janeiro de 1998), falava-se em regulamentação do transporte infantil, mas ainda não havia normas específicas. Somente depois de 10 anos elas vieram. Mesmo que com validade para dois anos depois – a fiscalização só começaria em 2010 –, já era um começo. Finalmente, estava regulamentado um marco importante na segurança do transporte infantil. O problema é que tudo ficou só no começo. Assim que a legislação entrou em vigor, começaram a aparecer os problemas e, com eles, as exceções, tais como a possibilidade de a criança andar no banco da frente quando os cintos traseiros forem subabdominais (veja abaixo) ou mesmo andar atrás, sem proteção adequada, porque os cintos subabdominais não são compatíveis com a instalação de cadeirinhas. Na época, também foi questionada a não exigência dos dipositivos de retenção infantil em veículos escolares, táxis e coletivos. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) rapidamente afirmou que haveria legislação complementar. Não houve. E até hoje... EXCLUÍDOS Uma das contradições está na não exigência dos dispositivos como cadeirinhas, bebês-conforto e assentos de elevação nos táxis. Por exemplo, se um motorista é pego por um agente de trânsito em seu carro particular, dirigindo com uma criança “solta”, além de ser multado pode ter o veículo retido. Mas, sem o carro, nada impede que esse mesmo motorista acene para um táxi e continue o percurso com a criança igualmente “solta”. Não cabe aqui discutir que, de fato, para os taxistas seria complicado e oneroso adquirir os dispositivos de retenção infantil pensando em um possível passageiro com criança. Mas com segurança não se brinca e se a lei é importante, é preciso que os legisladores se debrucem sobre os problemas para resolvê-los. O que até hoje não foi feito.  SÓ PARA ELAS E se é contraditório nos táxis, o que dizer dos veículos escolares? Muitos se destinam exclusivamente ao transporte infantil. E a cadeirinha? É obrigatória? Não. Em Belo Horizonte, no entanto, a BHTrans informa que, apesar de não ser obrigatório o uso dos dispositivos nos escolares, desde 2007, o Regulamento de Serviço Público de Transporte Escolar Municipal exige que as crianças com até 4 anos sejam transportadas em equipamento específico (bebê-conforto ou cadeirinha, conforme a idade), que é de responsabilidade do dono do transporte. Ainda assim, podem ficar “soltas” as crianças maiores de 4 anos.  COMPROVAÇÃO Sem considerar as exceções, a criança menor de 10 anos só pode ficar no banco de trás. E a Resolução 277 estabelece que até 1 ano o bebê deve ser transportado no bebê-conforto e de costas (no sentido contrário ao da marcha do veículo); entre 1 ano e 4 anos, o dispositivo adequado é a cadeirinha; de 4 anos a 7,5 anos, a criança pode ser transportada usando o assento de elevação ou booster; e a partir de 7,5 anos já pode usar o cinto de segurança normal do carro. Mas como comprovar a idade da criança, em caso de fiscalização, se menores de idade não são obrigados a ter carteira de identidade (e nem é comum andar com os pequenos de posse da certidão de nascimento)? PESO E ALTURA Além disso, outro problema sério e muito discutido na época foi o fato de o Contran definir as normas levando em consideração somente a idade. Especialistas em segurança e os próprios fabricantes dos dispositivos infantis definem o tipo de dispositivo também pelo peso e altura, já que o desenvolvimento das crianças não é uniforme. Para maior segurança, inclusive, mesmo que a criança já tenha atingido a idade necessária por lei, o conselho é não trocar o dispositivo até que atinja peso e/ou altura determinados pelo fabricante do equipamento. Segundo especialistas em segurança, desde que a criança ainda caiba no dispositivo, “quanto mais tarde passar para o outro – bebê-conforto para cadeirinha; cadeirinha para assento de elevação – mais segura a criança estará”. Além disso, não se recomenda andar somente com o cinto (mesmo depois dos 7,5 anos) até que a curvatura dos joelhos acompanhe a dobra do banco.  SELO Outra incongruência. Os equipamentos de retenção infantil têm que ser certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e, portanto, precisam ostentar seu selo. A norma é válida para os comerciantes, que são proibidos de vender o equipamento sem o selo. O motorista, no entanto, pode importar uma cadeirinha sem o selo, pois não é exigido em fiscalização de trânsito.  ISOFIX E por falar em importação, ainda está para ser resolvida a regulamentação do Isofix. Trata-se de um tipo de fixação muito mais eficiente e segura do que a instalação feita pelo cinto de segurança. Muitos carros modernos já têm o encaixe, mas é preciso que o dispositivo de retenção também tenha. E como no Brasil não havia homologação para cadeirinhas e afins com Isofix, a compra do modelo com dispositivo só podia ser feita via importação. No início do ano, portaria do Inmetro regulamentou o encaixe, mas na prática a questão ainda não foi resolvida, já que as cadeirinhas com Isofix ainda não estão certificadas. Segundo o Inmetro, os novos critérios de certificação, incluindo o Isofix, deverão ser publicados este mês. E, a partir da publicação, fabricantes e importadores terão 18 meses para adequação aos novos requisitos.  NA FRENTE Exceções de ordem prática também comprometem a segurança. Para resolver alguns problemas relacionados ao veículo em si, a criança menor de 10 anos pode andar no banco da frente em situações excepcionais, como no caso de só haver o banco da frente (picapes cabines simples) e quando os cintos de segurança do banco de trás forem de dois pontos (subabdominais), que não são compatíveis com os dispositivos de retenção. E neste caso, só podem ser transportadas atrás as maiores de 4 anos e, contraditoriamente, sem o assento de elevação, mas apenas presas ao cinto. Outra exceção é quando o número de crianças a serem transportadas for superior ao número de assentos traseiros (nesse caso, a de maior estatura, independentemente da idade, pode ir no banco da frente). Já para o transporte de crianças no banco dianteiro de veículos com airbag, o equipamento de retenção deve ser usado no sentido do deslocamento do veículo e não poderá ter bandejas ou acessórios equivalentes. O banco deverá ser ajustado na última posição de recuo, exceto no caso de indicação específica do fabricante. Em caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores, somente poderão ser transportadas crianças a partir de 7 anos....

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Todo motorista sabe o caminho que faz e os percalços que enfrenta. Se por acaso você passou por algum incidente, como um buraco mais profundo ou uma pancada em algo solto na estrada, é importante fazer uma checagem para constatar algum dano, antes que esse dano aumente e traga conseqüências desagradáveis....

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